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From the British Occupation to the Great Palestine Rebellion, 1918-1935

On Strike

O centro comercial árabe ao lado da Porta de Jaffa, Jerusalém, em greve durante os distúrbios do Buraq (Muro das Lamentações), 1929. O Muro das Lamentações faz parte da muralha oeste do complexo contendo as mesquitas do Domo da Rocha e Al-Aqsa (veja 1).

Delegação de Mulheres Palestinas em Frente à Casa do Alto-Comissário em Jerusalém.

Delegação de mulheres palestinas em frente à casa do alto-comissário em Jerusalém. A delegação protestava contra a severidade das medidas britânicas contra os palestinos durante os distúrbios. As mulheres de chapéu são cristãs.

Comitê de Auxílio de Emergência

O Comitê de Auxílio de Emergência (visto aqui em sessão na sua sede em Jerusalém, 1929) foi formado durante os distúrbios de 1929 para ajudar famílias palestinas afetadas.

Luto no Dia de Balfour (1)

Dia de Balfour, Cidade Antiga de Jerusalém, 2 de novembro de 1929. Palestinos e vários árabes lembraram os 12 anos da Declaração de Balfour (2 de novembro de 1917) com luto, indicado pelas bandeiras pretas.

A Comissão Shaw de Inquérito: “decepção [. . .] e medo”

Membros da Comissão Shaw de Inquérito, Jerusalém, outubro de 1929. A Comissão Shaw foi enviada a Londres para investigar as causas dos distúrbios de 1929. Sentado ao centro está Sir Walter Shaw, presidente da comissão.

Carreata da Delegação das Mulheres

A carreata da delegação das mulheres a caminho da residência do alto-comissário. 

Luto no Dia de Balfour (2)

Dia de Balfour, Cidade Antiga de Jerusalém, 2 de novembro de 1929. Palestinos e vários árabes lembraram os 12 anos da Declaração de Balfour (2 de novembro de 1917) com luto, indicado pelas bandeiras pretas.

Funeral do King Hussein of Hijaz

O funeral do Rei Hussein de Hijaz, Jerusalém, 4 de junho de 1931. Líder da Revolta Árabe durante a Primeira Guerra Mundial (veja 8–11), ele foi o pai do Rei Faisal do Iraque (veja 88, 106) e bisavô do Rei Hussein da Jordânia.

Funeral do Muhammad Ali

Cortejo fúnebre de Muhammad Ali, um dos mais importantes líderes religiosos muçulmanos e intelectuais da Índia, escoltado por escoteiros-mirins, Jerusalém, 23 de janeiro de 1931. 

Quarta Delegação Palestina a Londres

Membros da Quarta Delegação Palestina a Londres, abril de 1930. As mulheres na fila de trás são secretárias palestinas cristãs acompanhando a delegação. Os três homens na mesma fila são correspondentes palestinos em Londres de jornais árabes na Palestina. 

Conferência Palestina , 1930

Uma conferência palestina convocada na véspera da partida da Quarta Delegação Palestina a Londres, março de 1930 (veja 84). A Primeira Delegação a Londres em 1921 foi seguida de outras duas em 1922.
Raghib al-Nashashibi, prefeito de Jerusalém (veja 196, 242, 352); e Alfred Roch, eminente homem de negócios cristão de Jaffa (veja 200, 242, 291).

Conferência Pan-Islâmica, 1931

Conferência Pan-Islâmica, Jerusalém, dezembro de 1931.

A Ascensão do Ativismo Político

ovens ativistas políticos de Nablus recém libertados da prisão (ca. 1930) agradecem o advogado Adil Zu’aiter (sentado) pelo esforço que fez por eles.

Cortejo Fúnebre do Rei Faisal I do Iraque

Cortejo fúnebre do Rei Faisal I do Iraque passando por Haifa, 1933. O rei morrera numa visita à Europa, e seu corpo estava a caminho do Iraque.

Partido pan-árabe Istiqlal (Independência)

Membros do partido pan-árabe Istiqlal (Independência), fundado em 1932. Identificando o “imperialismo” britânico como o maior inimigo pelo seu apoio ao sionismo, o Istiqlal convocou as lideranças palestinas a resistir e acabar com a ocupação britânica (veja 102).

Representantes da Turquia e Tunísia

Representantes da Turquia e Tunísia na Conferência Pan-Islâmica com Musa Kazim Pasha al-Husseini (veja 78). O primeiro à esquerda é o intelectual tunisiano Abd al-Aziz al-Tha’alibi; ao centro, o filósofo turco Rida Tawfiq.

Manifestação Palestina Contra a Imigração Sionista em Massa, Porta Nova

Momentos após uma manifestação palestina contra a imigração sionista em massa, Porta Nova, Jerusalém, 1933. 

Polícia de choque britânica

Polícia de choque britânica, montada e a pé, bloqueia o caminho de uma manifestação em protesto contra a imigração em massa sionista, Jaffa, 27 de outubro de 1933. 

Demonstração de Força Aérea

Demonstração de força aérea britânica sobre as muralhas da Cidade Antiga de Jerusalém, 1933. 

Police Brutality

O homem de perfil com barba grisalha caído, no centro superior da foto, é o respeitado Musa Kazim Pasha al-Husseini (veja 78), que liderava a manifestação mostrada acima (veja 109–110). Seus ajudantes tentam protegê-lo contra as bordoadas dos oficiais da polícia britânica.

Grupo de Manifestantes, Praça Central, Jaffa

Polícia montada britânica investe contra um grupo de manifestantes, Praça Central, Jaffa, 27 de outubro de 1933. 

Primeira Operação de Guerrilha Palestina

Sheik Izz al-Din al-Qassam, de Haifa, patriota, reformista social e professor de religião. Seu trabalho e pregação foram conduzidos especialmente entre as classes mais pobres.

Funeral de Musa Kazim Pasha al-Husseini

Funeral de Musa Kazim Pasha al-Husseini, Porta de Damasco, Jerusalém, 27 de março de 1934. Al-Husseini morreu com 81 anos. O trauma que ele sofreu nas mãos da polícia britânica cinco meses antes em Jaffa (veja 111) acelerou a sua morte.

Pomares em Jericó

Pomares em Jericó. Muitos palestinos ricos de Jerusalém tinham casa de inverno em Jericó. 

Monte das Oliveiras

Vista aérea do Monte das Oliveiras, em direção ao Mar Morto.  

Silwan

Vila e vale do Silwan, a leste das muralhas de Jerusalém, vista para o sul. Note à distância a Casa do Governador, a residência do alto-comissário britânico, no chamado Monte do Conselho do Mal (!).

Ein Karim

Ein Karim, oeste de Jerusalém. 

Beit Sahur vista do Campo dos Pastores

Beit Sahur vista do Campo dos Pastores próximo a Belém, olhando para o leste.

Abu Ghosh

Abu Ghosh, a cerca de 14 quilômetros de Jerusalém, na estrada para Jaffa. 

Rio Auja

Moinhos de água no Rio Auja, próximo a Jaffa. 

Os morros de Belém

Os morros de Belém. Note o traje tradicional. 

Monastério Ortodoxo de São George

Monastério Ortodoxo de São George no Morro da Tentação em área desabitada perto de Jericó. 

Escaladas de Kolonia

Encostas escaladas vistas de Kolonia, uma vila no caminho para Jaffa a cerca de oito quilômetros de Jerusalém. 

Pescadores

Pescadores no Mar da Galileia

Família na vila

Família na vila de Beit Sahur, próximo a Belém. 

Grãos (4)

Grãos: dos 4.367.629 dunams plantados com grãos, os palestinos eram os donos e fazendeiros de 4.152.438 dunams. 

Grãos (3)

Grãos: dos 4.367.629 dunams plantados com grãos, os palestinos eram os donos e fazendeiros de 4.152.438 dunams. 

Grãos (2)

Grãos: dos 4.367.629 dunams plantados com grãos, os palestinos eram os donos e fazendeiros de 4.152.438 dunams. 

Grãos (1)

Grãos: dos 4.367.629 dunams plantados com grãos, os palestinos eram os donos e fazendeiros de 4.152.438 dunams. 

Vinhedos

Vinhedos: 86% das terras plantadas com vinhedos eram de propriedade e cultivo dos palestinos. 

Bananas

Bananas: 60% da área plantada com bananas era de propriedade e cultivo dos palestinos

Melões

Melões: dos 125.979 dunams com cultivo de melão, os palestinos cultivavam e eram proprietários de 120.304 dunams. 

Azeitonas

Azeitonas: de 600.133 dunams, 99% eram de propriedade e cultivo dos palestinos

Tabaco

Tabaco: a área com cultivo de tabaco era restrita pelo governo mandatário para evitar safra excessiva. Praticamente toda a área com cultivo de tabaco era de propriedade palestina. 

Verduras

Verduras: de 279.940 dunams, 239.733 dunams eram de propriedade e cultivo dos palestinos. 

Pecuária (2)

A riqueza animal do país também era majoritariamente de propriedade dos palestinos.

Pecuária (1)

A riqueza animal do país também era majoritariamente de propriedade dos palestinos.

A Laranja de Jaffa: O Presente Palestino ao Mundo

149-157 Hoje em dia a laranja de Jaffa é o produto agrícola mais associado com a agricultura israelense. Contudo, especialistas palestinos já tinham desenvolvido a laranja de Jaffa antes de começar a colonização sionista na Palestina.

Igreja da Natividade

Belém; a segunda torre a partir da esquerda é da Igreja da Natividade. 

Vista para o mar

Jaffa, vista para o mar. Até 1936, antes do desenvolvimento dos embarcadouros de Haifa e Tel Aviv, Jaffa tinha o maior porto da Palestina. 

Quarteirão Residencial Palestino Nuzhah

Jaffa, vista para o novo quarteirão residencial palestino Nuzhah, ca. 1935. Note o contraste nos meios de transporte da foto anterior

Praça Central, Jaffa

Praça Central, Jaffa, logo depois da posse do Mandato Britânico. O prédio com pilares, à direita, é o Grand Serai (see 6, 393).

Tiberíades (1)

Tiberíades,  vista para o sul, ca. 1935. A mesquita ao fundo, conhecida como Mesquita de Cima, foi construída no começo do século 18.

Uma Casa, Jaffa

Interior de uma casa, Jaffa, ca. 1935.

Residência da família Taji

Residência da família Taji, em Wadi Hunayn, próximo de Ramle, ca. 1934. 

Tiberíades (2)

Tiberíades, vista para o norte em direção ao Monte Hermon, ca. 1935. 

Bab al-Silsilah

A fonte em Bab al-Silsilah (Porta da Corrente), construída durante o reinado de Suleiman, o Magnífico (1520–66), Cidade Antiga de Jerusalém

Vista de Cidade Antiga

Vista para o lado oeste da Cidade Antiga de Jerusalém a partir do Museu Arqueológico da Palestina, ca. 1937. No meio está Bab al-Zahira (Porta de Herodes). O prédio mais à direita é a Escola Secundária Para Meninos al-Rashidiyyah. 

Parada de táxi

Parada de táxi, Porta de Damasco, Jerusalém, ca. 1928. A Porta de Damasco e as muralhas da Cidade Antiga (veja 176) também foram construídas por Suleiman, o Magnífico.

Sob a Neve

Cidade Antiga de Jerusalém sob a neve, com vista para o Monte das Oliveiras. 

Vista de Jerusalem

Vista em direção noroeste do quarteirão residencial palestino em frente à Bab al-Zahirah, Jerusalém.

Leah's Tomb

O túmulo de Lea com tapeçaria bordada, na Mesquita de Abraão, Hebron. As palavras em árabe dizem: “Este é o túmulo da Nossa Senhora Lea; as bênçãos de Alá estejam com ela, esposa do profeta Jacó; que a paz esteja com ele” (veja 28–29, 38, 183, 207–208).

Mesquita Jazzar

O pátio interno da Mesquita Jazzar em Acre, construída em 1781 por Ahmad al-Jazzar, que em 1799 impediu o avanço das tropas de Napoleão através da Palestina com a ajuda da esquadra naval britânica comandada por Sir Sydney Smith.

Túmulo de Nabi Daoud (o profeta David)

Santuário muçulmano e mesquita no lugar do túmulo de Nabi Daoud (o profeta David), em frente às muralhas da Cidade Antiga, Jerusalém (veja 28 et al.).

Grande Mesquita em Gaza

A Grande Mesquita em Gaza, originalmente uma estrutura do século 12. 

Mesquita em Beersheba

Mesquita em Beersheba; sua arquitetura é do final do período otomano. 

Via Dolorosa

Via Dolorosa, Quinta Estação da Cruz, no Quarteirão Muçulmano da Cidade Antiga, Jerusalém. 

Loja de Khalil Raad

Loja de Khalil Raad, Porta de Jaffa, Jerusalém (veja 72, 124–136).

Verduras

Uma banca de verduras. 

Joalheiros de Acre

Joalheiros na Cidade Antiga de Acre 

Ceramista (1)

As antigas artes do ceramista

Ceramista (2)

As antigas artes do ceramista.

Mercado de Especiarias

Suq al-Attarin (o mercado de especiarias). 

Um Casamento em Wadi Hunayn

Um casamento muçulmano em Wadi Hunayn, próximo a Ramle, 1935. O noivo, Nazif al-Khairi, um oficial do distrito; a noiva, Samiyah Taji. 

Um Casamento Cristão, Haifa,

Um casamento cristão, Haifa, 1930. O noivo é Hanna Asfour, um advogado católico palestino (veja 250, 270); a noiva, Emily Abu Fadil.

Conferência Médica Árabe

Conferência Médica Árabe (Associação Cristã de Moços–YMCA, Jerusalém, 1933), com a participação de médicos de vários países árabes. O alto-comissário britânico, Sir Arthur Wauchope (centro, primeira fila), deu início à conferência (veja 243b–243c).

Chá Feito

O prefeito de Jerusalém, Raghib al-Nashashibi (veja 100, 242, 352), de pé no centro, em um chá feito na sua casa em homenagem ao Shaikh Abd al-Havy al-Kittani (sentado à sua direita), um líder religioso marroquino em visita a Jerusalém, 1930.

Estação Difusora Palestina

Músicos e cantores palestinos na Estação Difusora Palestina, Jerusalém, 1936.

Ali al-Kassar visita Jerusalém

Ali al-Kassar (frente e centro), um ator egípcio, visita amigos em Jerusalém, 1934. Sentado no primeiro lugar à direita, Fawzi al-Ghosein, de Ramle, formando em Direito pela Universidade de Cambridge, Inglaterra. 

Santo Sepulcro

Santo Sepulcro, Quinta-Feira Santa, 5 de abril de 1934, cerimônia conduzida pelo patriarca ortodoxo cristão. Sentado precariamente no andaime, Wasif Jawhariyyah (usando o tradicional chapéu fez).

Fantasiados de Marajás e Maranis Indianos

Fantasiados de marajás e maranis indianos na casa de Alfred Roch e esposa, Jaffa, 1924. O anfitrião (notável palestino católico) é o primeiro à esquerda, segunda fila; de pé ao centro, na terceira fila, a anfitriã (veja 100, 242, 291).

Visita Muro das Lamentações

Judeus ortodoxos e outros com vestimentas europeias voltando de uma visita ao Muro das Lamentações, meados da década de 1930 (veja 55, 90).

Haj Amin al-Husseini

Haj Amin al-Husseini (veja 82), mufti de Jerusalém, entre dignitários religiosos cristãos, ca. 1930. À sua direita estão o patriarca grego e o bispo copta, respectivamente, e à sua esquerda, o patriarca armênio e o abade etíope.

Conferência de Padres Palestinos Cristãos Ortodoxos

Conferência de padres palestinos cristãos ortodoxos, Ramallah, setembro de 1932. 

Comemorando a sua Páscoa

Judeus samaritanos (ao fundo) comemorando a sua Páscoa (Pessach), Nablus, começo da década de 1930. Os samaritanos eram parte de uma pequena seita judaica com menos de 200 membros, a maioria dos quais vivia em Nablus.

Ahmad aI-Sharif al-Senussi

Ahmad al-Sharif al-Senussi (segurando um cajado) visita o Haram al-Sharif (veja 1) em Jerusalém, ca. 1923. Ele era o líder da tariqah líbia Senussi, uma fraternidade religiosa.

Comemorando Al-Nabi Musa (2)

Al-Nabi Musa (o Profeta Moisés) foi o nome dado por muçulmanos palestinos a um dos festivais religiosos mais importante do ano; o festival consistia em uma procissão a pé ou a cavalo de Jerusalém ao lugar tradicional do túmulo de Moisés, próximo a Jericó (veja 28–29, 38, 180, 183).

Comemorando Al-Nabi Musa (1)

Al-Nabi Musa (o Profeta Moisés) foi o nome dado por muçulmanos palestinos a um dos festivais religiosos mais importante do ano; o festival consistia em uma procissão a pé ou a cavalo de Jerusalém ao lugar tradicional do túmulo de Moisés, próximo a Jericó (veja 28–29, 38, 180, 183).

“O Menos Valioso de Vocês É o Menos Letrado” (2)

Colégio de Moças de Jerusalém, ca. 1920, fundado por uma missão anglicana britânica. As funcionárias estão nas duas últimas filas. A maioria das estudantes era de palestinas, tanto cristãs quanto muçulmanas. 

O Menos Valioso de Vocês É o Menos Letrado”

Funcionários e alunos da Escola Dusturiyyah (Constitucional), ca. 1919 (veja 61), uma escola particular tradicional. O fundador, Khalil Sakakini, é o primeiro à esquerda, sentado.

O principal time de futebol da Escola Secundária do Governo para Moços

O principal time de futebol da Escola Secundária do Governo para Moços, Jaffa, 1923. Os homens usando chapéu fez são funcionários. Salim Katul (veja 211), de pé, primeiro à esquerda.

Funcionários da Escola Secundária do Governo para Moços

Funcionários da Escola Secundária do Governo para Moços, Jaffa, 1923. Sentado ao centro, Salim Katul, autor de uma série de livros educacionais em árabe sobre Ciências Naturais. 

Lobinhos e Escoteiros

Lobinhos e escoteiros com equipamento para acampar (transporte incluído!), Escola Secundária do Governo para Moços, Jaffa, 1924. O terceiro à esquerda, na primeira fila, está segurando uma bolsa com a palavra árabe que significa “primeiros socorros”.

Escola de Carpintaria

Escola de carpintaria, 1924. A inscrição sobre a porta diz: “O menos valioso de vocês é o menos letrado”.

Funcionários e Alunos Graduados da Escola Najah

Funcionários e alunos graduados da Escola Najah (Sucesso), Nablus, 1924; escola particular fundada em 1918. Ela se tornou o núcleo da atual Universidade Najah na Cisjordânia. 

Escola Irfan (Conhecimento)

Estudantes, incluindo lobinhos, e funcionários da Escola Irfan (Conhecimento), Nablus, 1924; escola particular fundada em 1922. 

Escola Najah

Estudantes, incluindo escoteiros, e funcionários da Escola Najah, Nablus, 1924. 

Escola Salahiyyah

Funcionários da escola particular Salahiyyah (assim chamada por causa de Saladino), Nablus, 1926. Sentado, primeiro à direita, um funcionário egípcio – um exemplo do contato cultural entre palestinos e países árabes vizinhos (veja 233, 235).

Escola Particular Wataniyyah (Nacional)

Corpo de estudantes e funcionários da escola particular Wataniyyah (Nacional), Jerusalém, 1925. Sentado ao centro, o incansável fundador e diretor, Khalil Sakakini (veja 61, 209).

Moças em um Jardim de Infância

“Amostra” de uma aula de jardim de infância na escola de uma missão alemã protestante, o Colégio de Meninas Schmidt, Jerusalém, 1926 (veja 241). As jovens moças na foto são todas de uma mesma família, os Tajis de Wadi Hunayn, perto de Ramle. Note a disposição simétrica dos brinquedos.

Acampamento de Escoteiros Palestinos

Bir Salim, próximo a Ramle, 1926. Sentado ao centro, terceira fila, Humphrey Bowman, diretor britânico do Departamento de Educação. 

Graduados de Universidades Britânicas

Estudantes palestinos em universidades britânicas celebrando o casamento de um dos seus membros, Izz al-Din al-Shawwa, Londres, 1928.

O Clube Esportivo de Acre

Membros do Clube Esportivo, Acre, 1928. Terceiro à direita, na segunda fila, Ahmad Shukairi (veja 69, 105), que mais tarde se tornaria o líder da OLP (Organização para a Libertação da Palestina).

A Associação Muçulmana de Moços

Membros fundadores da AMM – a Associação Muçulmana de Moços –, espelhada na Associação Cristã de Moços, Acre, 1928. 

O Ápice da Educação Palestina: A Faculdade Árabe

Funcionários e estudantes da Faculdade Árabe em seu prédio antigo, Bab al-Zahirah (Porta de Herodes), Jerusalém, 1930.

O Ápice da Educação Palestina: A Faculdade Árabe (2)

Funcionários e alunos da Faculdade Árabe no seu prédio novo em Jabal al-Mukabbir, “o Monte do Glorificador”, sul de Jerusalém, 1938.

. . .E sua Base: A Escola da Vila (2)

Do outro lado do espectro educacional estão as escolas das vilas. As duas escolas mostradas aqui são similares a outras 420 escolas de cidades pequenas que existiam na Palestina ao final do Mandato. Na foto 229, os meninos estão fazendo seu exercício matinal antes de entrarem em aula.

. . .E sua Base: A Escola da Vila

Do outro lado do espectro educacional estão as escolas das vilas. As duas escolas mostradas aqui são similares a outras 420 escolas de cidades pequenas que existiam na Palestina ao final do Mandato. Na foto 229, os meninos estão fazendo seu exercício matinal antes de entrarem em aula.

Collège des Frères

Funcionários e a classe de graduados do Collège des Frères em Jerusalém, 1934. Essa escola secundária foi fundada pela Ordem Franciscana em 1875. 

Estudantes Marroquinos em Nablus

Funcionários e alunos da classe de formandos da Escola Najah (Sucesso), Nablus, 1932.

Professores Palestinos no Iraque

Jovens professores palestinos em estudos de graduação no Iraque, 1934. Sentado ao centro, Akram Zu’aiter, então palestrante no Colégio de Treinamento de Professores, Bagdá. Esta foto ilustra mais uma vez a interação cultural entre a Palestina e o mundo árabe (veja 220, 233).

Terra Sancta

Colégio de Meninos Terra Sancta em Jerusalém, 1931; também fundado pela Ordem Franciscana (veja 230).

Música em Jaffa (1)

Estudantes (236) e banda (237) da Escola Nacional Cristã Ortodoxa, Jaffa, 1938. A escola foi fundada em 1921 pela Sociedade de Bem-Estar Social Cristã Ortodoxa. 

Música em Jaffa (2)

Estudantes (236) e banda (237) da Escola Nacional Cristã Ortodoxa, Jaffa, 1938. A escola foi fundada em 1921 pela Sociedade de Bem-Estar Social Cristã Ortodoxa. 

Remando no Rio Cam

Abdurrahman Bushnaq (graduado da Faculdade Árabe em Jerusalém), remador da equipe do Colégio de Jesus (segundo à esquerda), no Rio Cam, Universidade de Cambridge, onde ele estudou Literatura Inglesa, 1935 (veja 226, no qual Bushnaq é o sexto à esquerda, terceira fila).

Colégio de Meninas Schmitd, de Novo

As alunas mais velhas da escola, Jerusalém, 1947 (veja 222).

A Faculdade Árabe na Década de 1940 (2)

Polindo o latim. O Professor Doutor George Hourani, graduado pela Universidade de Oxford e autor de vários livros, incluindo Navegação Árabe no Oceano Índico Durante a Antiguidade e Idade Média (Princeton University Press, 1951) e Racionalismo Islâmico (Oxford: Clarendon Press, 1971).

Química Prática

Química Prática, de Salim Katul;

Ciência Moderna e Nós

Ciência Moderna e Nós, de Is’af al-Nashashibi

Minha Visão

Minha Visão, de Arif al-Arif

Leituras em Filologia e Literatura

Leituras em Filologia e Literatura, de Khalil al-Sakakini; 

Odisseia de Homero

Tradução de Odisseia de Homero, de Anbarah Salam al-Khalidi. 

O Alto Comitê Árabe

O Alto Comitê Árabe, abrangendo representantes de todos os partidos palestinos, foi formado em 25 de abril de 1936. Um dos seus primeiros atos foi convocar greve geral e desobediência civil “que continue [. . .] até [. .

Introdução: Da Ocupação Britânica à Grande Rebeliáo Palestina 1918–1935

O final da Primeira Guerra Mundial trouxe aos palestinos uma amarga decepção e um sentimento generalizado de perigo iminente, tendo em vista a circulação de notícias sobre acordos secretos entre potências ocidentais, e particularmente a Declaração de Balfour.

Colônias Sionistas Mapa (1)

Colônias sionistas na Palestina no começo do Mandato Britânico, 1920

Cronologia, 1919-1936

1919

Janeiro: A Conferência de Paz de Paris decide que as províncias árabes que foram conquistadas não serão devolvidas ao governo otomano.

Sir Herbert Samuel

Jaffa, junho de 1920: Sir Herbert Samuel (com o capacete branco com ponta), um político britânico sionista nomeado como primeiro alto-comissário, prestes a pisar em solo palestino para inaugurar a administração civil britânica.

Revista um Padre Cristão

Jerusalém, abril de 1920. Soldados indianos no exército britânico revistam com imparcialidade um padre cristão.

Revista um Dignatário Muçulmano

Jerusalém, abril de 1920. Soldados indianos no exército britânico revistam com imparcialidade um dignatário muçulmano.  

Quarto Congresso Nacional Palestino

O Quarto Congresso Nacional Palestino, Jerusalém, 25 de maio de 1921 (veja 87, 89).

Terceiro Congresso Nacional Palestino

Terceiro Congresso Nacional Palestino, Haifa, 14 de dezembro de 1920. Os participantes do congresso representavam as principais cidades palestinas e seus distritos.
O terceiro à direita, na última fila, é o futuro líder palestino Haj Amin al-Husseini (veja 88, 100, 202, 290) poucos meses antes de se tornar mufti (intérprete da lei religiosa) de Jerusalém em maio de 1921.

Primeira Delegação ao Vaticano

A Primeira Delegação ao Vaticano a caminho de Londres.

Primeira Delegação Palestina ao Reino Unido

Primeira Delegação Palestina ao Reino Unido numa sessão de trabalho em Londres, 1921. Dois dos seis membros da delegação (primeiro e quarto da esquerda) eram palestinos cristãos. A delegação foi eleita pelo Quarto Congresso Nacional Palestino (veja 83).

Memorando Entregue a Winston Churchill (2)

“[. . .] o povo da Palestina não vai se satisfazer com promessas de que algum controle sobre o seu destino lhe seja dado no futuro, [. . .] o povo da Palestina jamais vai aceitar que uma organização estrangeira tenha o direito de expropriá-lo do seu país”.

Memorando Entregue a Winston Churchill (1)

“[. . .] o povo da Palestina não vai se satisfazer com promessas de que algum controle sobre o seu destino lhe seja dado no futuro, [. . .] o povo da Palestina jamais vai aceitar que uma organização estrangeira tenha o direito de expropriá-lo do seu país”.

Primeira Delegação em Genebra

A Primeira Delegação em Genebra a participar da Conferência Sírio-Palestina, agendada para coincidir com a reunião da Liga das Nações para discutir a proposta do sistema de Mandato.

Quinto Congresso Nacional Palestino, Nablus

O Quinto Congresso Nacional Palestino, Nablus, agosto de 1922 (veja 68, 82–83, 89).

Sexto Congresso Nacional Palestino, Jaffa

O Sexto Congresso Nacional Palestino, Jaffa, outubro de 1925 (veja 68, 82–83, 87).