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From the London Conference to the UN Partition Recommendation, 1939-1947

Introdução: Da Conferência de Londres à Recomendação de Partilha Das Naçōes Unidas

O período entre o final da Grande Rebelião e os eventos de 1948 se desenrolou em duas fases: os anos de guerra (1939–45) e os dois anos seguintes (1945–47). Durante a primeira fase os palestinos estiveram em geral numa posição de aquiescência. Tal passividade se devia em parte à brutalidade e à diligência da repressão britânica à rebelião, e em outra parte às provisões relativamente tranquilizadoras do relatório de 1939 sobre a imigração sionista e a aquisição de terra. Outras causas que contribuíram foram o avanço econômico resultante do aumento de gastos por parte dos britânicos e países Aliados no Oriente Médio, e os pronunciamentos feitos pelo Secretário Britânico do Exterior Anthony Eden em favor da união árabe no pós-guerra – uma causa popular entre palestinos e outros nacionalistas árabes.

Cronologia 1940 - 1947

1940

28 de fevereiro: Publicação dos Regulamentos de Transferência, previstos no relatório de 1939; os regulamentos protegem os palestinos e seus direitos sobre a posse da terra contra a aquisição sionista.

A Gangue Stern Assassina o Lorde Moyne

O Lorde Walter Moyne (1880–1944), amigo íntimo de Winston Churchill, secretário colonial britânico em 1941–42, e depois ministro residente no Oriente Médio.

Os Palestinos Lutam Contra o Eixo

Apesar da amargura com a brutalidade da Grã-Bretanha ao suprimir a sua rebelião, cerca de nove mil palestinos se ofereceram como voluntários durante a Segunda Guerra Mundial para servir às forças britânicas contra os países do Eixo.

O Irgun e a Transjordânia

Cartaz do Irgun Zvai Leumi (Organização Militar Nacional), mais conhecido como Irgun, que começou sua campanha terrorista contra os palestinos em setembro de 1937, e do qual mais tarde surgiu a Gangue Stern. As letras em hebraico dentro do quadrado significam “a única solução”.

Menachem Begin e Vladimir Jabotinsky

Menachem Begin, futuro primeiro-ministro, fazendo um discurso após a fundação de Israel. Note a similaridade entre o pôster mostrado aqui e aquele na fotografia anterior; as palavras em hebraico significam “pátria e liberdade”.

A Colonização Estratégica Sionista (3)

Cerca de 300 colônias rurais sionistas, coletivas e não-coletivas, foram criadas entre 1882 e 1948 na Palestina. Durante esse período, no entanto, a grande maioria da população judaica (75% em 1948) continuava morando nas três principais cidades: Jerusalém, Haifa e Tel Aviv.

A Colonização Estratégica Sionista (2)

Cerca de 300 colônias rurais sionistas, coletivas e não-coletivas, foram criadas entre 1882 e 1948 na Palestina. Durante esse período, no entanto, a grande maioria da população judaica (75% em 1948) continuava morando nas três principais cidades: Jerusalém, Haifa e Tel Aviv.

A Colonização Estratégica Sionista (1)

Cerca de 300 colônias rurais sionistas, coletivas e não-coletivas, foram criadas entre 1882 e 1948 na Palestina. Durante esse período, no entanto, a grande maioria da população judaica (75% em 1948) continuava morando nas três principais cidades: Jerusalém, Haifa e Tel Aviv.

Imigração Ilegal (2)

Ao final da Segunda Guerra Mundial, a liderança sionista decidiu sabotar o regime britânico na Palestina como um prelúdio à criação do Estado judeu.

Imigração Ilegal (1)

Ao final da Segunda Guerra Mundial, a liderança sionista decidiu sabotar o regime britânico na Palestina como um prelúdio à criação do Estado judeu.

O Hotel King David (2)

Outra tática usada pelos líderes sionistas era o terrorismo. Em 22 de julho de 1946 Menachem Begin, então chefe do Irgun (veja 294), ordenou a explosão da ala sul do Hotel King David em Jerusalém, que abrigava os escritórios centrais da administração civil.

O Hotel King David (1)

Outra tática usada pelos líderes sionistas era o terrorismo. Em 22 de julho de 1946 Menachem Begin, então chefe do Irgun (veja 294), ordenou a explosão da ala sul do Hotel King David em Jerusalém, que abrigava os escritórios centrais da administração civil.

Esconderijo de Armas nas Colônias Sionistas (2)

Muitas das colônias sionistas (veja 296–298) tinham esconderijo de armas entre os cidadãos comuns e sob instalações ostensivamente civis. Estas fotos registram o resultado bem-sucedido de um raro e breve esforço dos britânicos no verão de 1946 em desenterrar algumas dessas armas.

Esconderijo de Armas nas Colônias Sionistas (1)

Muitas das colônias sionistas (veja 296–298) tinham esconderijo de armas entre os cidadãos comuns e sob instalações ostensivamente civis. Estas fotos registram o resultado bem-sucedido de um raro e breve esforço dos britânicos no verão de 1946 em desenterrar algumas dessas armas.

A Estação de Trem de Haifa

Estação de trem de Haifa bombardeada por terroristas sionistas, outono de 1946. 

A Liga Árabe Faz Advertências

Reunião do Comitê Político da Liga Árabe em Bludan, na Síria, junho de 1946. O comitê manifestou sua preocupação com o aumento do terrorismo sionista na Palestina, e protestou contra o crescente apoio americano ao sionismo. 

O Haganah Começa Sua Ofensiva

Casa da fazenda da família Abu Laban, prósperos plantadores de laranja, próximo a Petah Tikva. Em 15 de agosto de 1947 a casa foi atacada e bombardeada pelo Haganah, a organização militar sionista oficial. Doze ocupantes da casa foram mortos, incluindo a mãe e seis filhos.

O Irgun captura reféns

O sequestro e às vezes até a morte de reféns foram duas práticas terroristas introduzidas pelo Irgun sob Menachem Begin. Esta foto mostra os corpos de dois sargentos do exército britânico, Clifford Martin (esquerda) e Mervyn Paice.

Acre

Acre, olhando-se ao sul para a Cidade Antiga e os novos subúrbios. Ao final do Mandato, a população total de Acre era de cerca de 12.360, dos quais aproximadamente 50 eram judeus e o resto, palestinos. Forças sionistas capturaram a cidade em 17 de maio de 1948 (veja 416–417).

Casas e plantações de Ramallah

Casas e plantações de Ramallah. Ao final do Mandato a população total de Ramallah era de cerca de cinco mil pessoas, todas palestinas, a maioria cristã. Ramallah foi capturada por Israel durante a Guerra de 1967.

A cidade de Safed no norte da Galileia

A cidade de Safed no norte da Galileia; os objetos redondos ao fundo são rolos de feno secando ao sol (eles eram colocados sob as panelas pra evitar que elas entrassem em contato direto com o fogo).

Nablus

A população de Nablus (cerca de 23 mil ao final do Mandato) era totalmente palestina. A cidade foi capturada por Israel em 1967.

Gaza, vista de Jabal Muntar

Gaza, vista de Jabal Muntar, 1943. A população de Gaza (cerca de 34 mil ao final do Mandato) era inteiramente palestina. A cidade foi capturada por Israel em 1956, e novamente em 1967.

Hebron, vista de uma varanda

Hebron, vista de uma varanda. A população de Hebron (cerca de 25 mil ao final do Mandato) era inteiramente palestina. A cidade foi capturada por Israel em 1967. 

Beit Jala, vista aérea

Beit Jala, próximo a Belém, vista aérea. Ao final do Mandato sua população era de aproximadamente quatro mil, quase todos cristãos palestinos. A vila foi capturada por Israel em 1967.

As firmes muralhas do mar de Acre

As firmes muralhas do mar de Acre, originalmente construídas no século 9 d.C.

O hospital particular Dajani, Jaffa

O hospital particular Dajani, Jaffa, construído em 1933. 

Jaffa em meados de 1940

Jaffa em meados de 1940. Ao final do Mandato, a população de Jaffa era de cerca de 100 mil, dos quais aproximadamente 30% eram judeus e o resto, palestinos. Forças sionistas capturaram a cidade em 10 de maio de 1948 (veja 412–415).

A Escola de Meninos Amigos, Ramallah

A Escola de Meninos Amigos, Ramallah, começo da década de 1940.

Uma casa em Ramallah

Arquitetura local característica: uma casa em Ramallah. 

O Mihrab

O mihrab (nicho apontando para a direção de Meca) e o minbar (púlpito) da Mesquita de Al-Aqsa.  

Interior da Mesquita Al-Aqsa

Colunas do interior da Mesquita Al-Aqsa. Note os vitrais. 

Rua de Jerusalém

Rua de Jerusalém, ao lado da Porta de Jaffa, início da década de 1940. 

Uma casa de Talbiyya, West Jerusalem

Uma casa no quarteirão residencial palestino de Talbiyya, Jerusalém Oeste, começo da década de 1940. 

O prédio Tannous

O prédio Tannous (de propriedade de uma família palestina protestante), Jerusalém Oeste, onde grande parte das propriedades era de posse palestina, começo da década de 1940.

Arquitetura Urbana Palestina (3)

Exemplos da arquitetura urbana palestina, Jerusalém, começo da década de 1940. 

Arquitetura Urbana Palestina(2)

Exemplos da arquitetura urbana palestina, Jerusalém, começo da década de 1940. 

Arquitetura Urbana Palestina (1)

Exemplos da arquitetura urbana palestina, Jerusalém, começo da década de 1940. 

A Feira Árabe em Jerusalém

A Feira Árabe na primeira vez em que foi realizada em Jerusalém, 1933.

 

Sabão na fábrica Hassan Shak’ah

Embalando sabão na fábrica Hassan Shak’ah, Nablus, cerca de 1940. 

Fósforos

Fábrica de fósforos, Nablus, 1940.

Tabaco Tatli-Sert

Fardos de tabaco Tatli-Sert em estoque, Nazaré, ca. 1940. 

Companhia de Cigarro Árabe e Tabaco

Fardos de tabaco Tatli-Sert em estoque, Nazaré, ca. 1940. 

Jaffa Press Co.

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Jaffa Orange Co.

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Arab Citrus Line

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Ads for Services

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Asad's Stores

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Shukri Deeb

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Faidi al-Alami com sua esposa e filho Musa

Faidi al-Alami com sua esposa e filho Musa, Jerusalém, 1919 (veja 67). Musa conseguiu um diploma em Direito pela Universidade de Cambridge.

Diretores de escola

Diretores de escola, Jaffa, ca. 1923. Sentado, Thabit al-Khalidi, autor de um livro educacional de química, que se tornou embaixador da Jordânia nas Nações Unidas e mais tarde no Irã.

O Reverendo Salih Saba e família

O Reverendo Salih Saba e família, Jerusalém, ca. 1922. Fuad Saba (primeiro à esquerda de pé) foi o primeiro auditor palestino licenciado a trabalhar sob o Mandato Britânico. Em 1948 a Companhia F. Saba tinha filiais na Transjordânia, Síria, Líbano, Iraque e Egito.

Família Muçulmana

Uma proeminente família muçulmana, Jaffa, meados de 1920. 

Akram Zu'aiter e Ahmad Shukairi

Os dois jovens na fila da frente são, à esquerda, Akram Zu’aiter (veja 233, 235) e à direita, Ahmad Shukairi (veja 69, 105, 224).

Dr. Daoud Bulos com sua familia

Dr. Daoud Bulos, médico protestante, com sua esposa Adla e filho Nasib (que depois se tornou advogado), Acre, 1923. 

Guarda do Consulado dos Estados Unidos em Jerusalém

Guarda do Consulado dos Estados Unidos em Jerusalém com o uniforme tradicional de qawwas (“guarda consular”).

Moradores de Deir Yassin

Moradores de Deir Yassin, 1927. O construtor Haj Ahmad al-As’ad com seu filho Muhammad, sua esposa (com a mão no seu ombro), e um parente (veja 411).

Hashim al-Jayyusi

Hashim al-Jayyusi (1901–81), prefeito de Tulkarem de 1939 a 1948 (veja 376). Depois, ele atuou seis vezes como ministro das finanças da Jordânia e primeiro-ministro interino e vice-líder do Senado na Jordânia.

Faridah Dumyan

Faridah Dumyan, Haifa, 1931. 

Raghib al-Nashashibi

Raghib al-Nashashibi (veja 100, 196, 242), uma figura pública notável durante o Império Otomano, o Mandato Britânico e a administração jordaniana.

Três Colegas

Três colegas, Haifa, 1934. 

Ibrahim Tuqan

Poeta palestino laureado, Ibrahim Tuqan, formado pela Universidade Americana de Beirute, Nablus, 1934. De 1936 a 1941 Tuqan foi responsável pela seção árabe da Estação de Radiodifusão Palestina. 

Sra. Tawfiq Bisisu com seus filhos

Sra. Tawfiq Bisisu com seus filhos, em Gaza, 1933. Segurando uma revista com um certo orgulho, Mu’in, futuro poeta e dramaturgo pessoalmente associado à Organização para a Libertação da Palestina (OLP). 

Adil Zu'aiter

Adil Zu’aiter (veja 102), com seus dois filhos, Wa’il (no seu colo) e Umar, Nablus, 1935. Umar se tornou um oficial de artilharia no Kuait. Enquanto representante da OLP em Roma, Wa’il foi assassinado por agentes da inteligência israelense em 1972.

Khalil Baydas

Khalil Baydas, de Nazaré (1874–1949), intelectual russo e pioneiro do romance moderno palestino. Já em 1898 ele tinha traduzido obras de Tolstói e Pushkin em árabe. Khalil foi o pai de Yusuf Baydas, um banqueiro palestino. 

Visita ao Mar Morto,

Charlotte Jallad (centro), de Jaffa, com amigos em visita ao Mar Morto, 1937. 

Muna Asfour

Muna Asfour, posteriormente casada com o arquiteto Bahij Saba (agora cidadão americano), Haifa, 1937. 

Hasan Sidqi al-Dajani

Hasan Sidqi al-Dajani, um jornalista de Jerusalém, advogado e político. Como conselheiro jurídico do Sindicato de Motoristas Palestinos, ele organizou a greve do setor de transporte em 1936 no começo da Grande Rebelião (veja 242 ff).

Asma Tubi e Safiyyah Riyahi

Escritora palestina Asma Tubi, de Nazaré (no braço da cadeira), e Safiyyah Riyahi, de Jaffa (sentada), que se tornou uma palestrante em árabe na Faculdade de Beirute para Mulheres; 1938.

Grupo de Estudantes Palestinos na Universidade Americana de Beirute

Grupo de estudantes de Ciência predominantemente palestinos na Universidade Americana de Beirute, 1937. 

George Antonius

Depois de se graduar pela Universidade de Cambridge, George Antonius (1891–1942) começou sua carreira no serviço público, primeiro no Departamento de Educação e depois no Secretariado (o Executivo Mandatário Britânico).

Encontro é desconhecida

Com exceção de três senhores (o segundo, o terceiro e o quarto da esquerda para a direita de pé na primeira fila), todos os outros são cristãos palestinos representando diferentes idades e profissões.

A razão desse encontro é desconhecida; o lugar é Nablus; a data, cerca de 1925. 

A “banda oriental” (takht) da Estação de Radiodifusão Palestina

A “banda oriental” (takht) da Estação de Radiodifusão Palestina, entretendo convidados em uma festa privada, Jerusalém, 1940.  

Pastores e um diretor de escola

Pastores e um diretor de escola, com seus respectivos rebanhos, se cruzam pelo caminho na Igreja de Todas as Nações, Gethsemane. 

Dançando no ginásio

Dançando no ginásio, Escola de Meninas de Jerusalém, começo dos anos 1940. 

Escola Governamental de Meninas

Guias da Escola Governamental de Meninas em Nazaré, 1940. 

O Mercador de Veneza na Ramallah

Atores de O Mercador de Veneza na Escola de Meninos Amigos, Ramallah, ca. 1941. Sa’id Abu Hamdeh, que depois se tornou um fotógrafo, é o primeiro à direita. 

Ruth Raad

Ruth Raad, filha do fotógrafo Khalil Raad, com traje tradicional de Ramallah, ca. 1943 (veja 72, 124–136, 186).

A Sociedade Inglesa de Debate da Escola Najah

A Sociedade Inglesa de Debate da Escola Najah (Sucesso), Nablus, 1942. Issam Abbasi (de pé, segundo à direita) se tornou poeta e romancista assim como colaborador literário do Al-Ittihad, um jornal de Haifa. 

Tropas da Força Jordaniana de Fronteira

Tropas da Força Jordaniana de Fronteira, recrutados principalmente entre palestinos, se preparam para ir a Londres participar das comemorações da vitória ao fim da Segunda Guerra. Os britânicos desmantelaram a força (com cerca de 2.500 soldados) vários meses antes do final do Mandato (veja 256).

Moghannam Moghannam

Moghannam Moghannam, um advogado protestante de Ramallah educado nos Estados Unidos, na sala “oriental” da sua casa, ca. 1944. Ele foi secretário do Sétimo Congresso Nacional Palestino (veja 82), e depois secretário-geral do Partido da Defesa (com referência a sua esposa, veja 93).

Dando banho no seu filho

Aliyyah al-Khairi dando banho no seu filho Fawwaz (que se tornou piloto de companhia aérea), em Wadi Hunayn, próximo a Ramle, 1945. 

Quarta Conferência de Prefeitos Árabes da Palestina

Quarta Conferência de Prefeitos Árabes da Palestina, Gaza, 1945. Na fila da frente, da esquerda para a direita, Hashim al-Jayyusi (veja 350), Rushdi al-Shawwa (Gaza), Omar Bitar (Jaffa), Shaikh Mustafa al-Khairi (Ramle) e Suleiman Tuqan (Nablus).

Líderes da comunidade protestante árabe na Palestina

Líderes da comunidade protestante árabe na Palestina, 1946. O Reverendo Butrus Nasir de Bir Zeit, é o terceiro à esquerda, sentado.

Mayor Shaikh Muhammad Ali al-Ja'bari

Dignitários muçulmanos reunidos no jardim da Mesquita Ibrahim (Abraão), Hebron, 1947 (veja 180). À direita, Sheikh Muhammad Ali al-Ja’bari, prefeito de Hebron.

Wajidah Taji

Wajidah Taji, em Wadi Hunayn, próximo a Ramle, 1946. Wajidah se tornou o principal assessor de Musa al-Alami (veja 343) na Fazenda de Meninos em Jericó, administrada pela Sociedade Árabe de Desenvolvimento.

Dr. Nimr Tuqan

Dr. Nimr Tuqan, patologista e brilhante mímico de Nablus, com enfermeiras no Hospital Governamental de Haifa, 1947. Irmão de Ibrahim Tuqan (veja 355), ele se tornou o patologista- chefe do Hospital da Universidade Americana de Beirute.

George Shibr

O Conselho Executivo e outros membros da Associação Árabe de Arquitetos e Engenheiros de Jerusalém na Igreja da Natividade, Belém, 1947.

Faculdade de Moças Schmidt

Alunas de internato da Faculdade de Moças Schmidt, nos pomares de laranja de Jericó, 1947. 

Faculdade de Treinamento de Professoras

Recital de canções na Faculdade de Treinamento de Professoras, Jerusalém, primavera de 1947. 

Anton Attallah

Anton Attallah, juiz nas cortes distritais de Jerusalém e Haifa (1939–43), vice-prefeito de Jerusalém (1944–46) e ministro de Assuntos Estrangeiros na Jordânia (1963–67). 

Retrato de casamento, Beit Jala

Retrato de casamento do Dr. Jabra al-A’raj e sua noiva, Lydia, Beit Jala, ca. 1947.