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countrysides

Ramle, vista do oeste

Ramle, vista do oeste. Ramle foi fundada pelos árabes em 716 d.C., e por algum tempo foi a capital da província árabe (djund) da Filastin (Palestina).

Olhando a vila de Askar

20   Homem a cavalo olhando a vila de Askar a leste de Nablus, centro da Palestina. 

On the Slopes of Mount Tabor

21   Homem a cavalo olhando a vila de Daburiyyah numa encosta do Monte Tabor, na Galileia. 

Olhando em Direção a Marj Ibn Amer

22   Uma pessoa olhando em direção a Marj Ibn Amer (a Planície de Jezreel). 

View of Shepherds' Field from Bethlehem

Campo dos Pastores visto de Belém. A vila ao fundo é Beit Sahur. Note as projeções horizontais para plantio. 

Vila de Battir

24  Vila de Battir, sudoeste de Jerusalém. 

Vista Geral de Jenim

25  Vista geral de Jenim, no centro da Palestina (Bonfils).1

Vila de Ein Karim

26  Vila de Ein Karim, oeste de Jerusalém (Bonfils).

Mar Saba

27 Monastério cristão de Mar Saba, homenagem ao ascético bizantino do mesmo nome que morreu em 531 d.C. O monastério é localizado a sudeste de Jerusalém. Mar é a palavra árabe para “santo”.

Mesquita de Nabi Samu’il

28   Mesquita de Nabi Samu’il (Profeta Samuel), ao noroeste de Jerusalém (Bonfils).

Túmulo de Nabi Yusuf

Santuário muçulmano no lugar tradicional do túmulo de Nabi Yusuf (Profeta José), a leste de Nablus. 

Auja al-Hafir

Auja al-Hafir, perto da fronteira com o Egito; no primeiro plano está a praça central. Observe os acampamentos do exército otomano nos arredores.

Gaza, "a Cidade de Hashim"

Gaza, "a Cidade de Hashim", assim chamada porque Gaza é o lugar onde foi enterrado Hashim, bisavô do profeta Muhammad (Bonfils).

Hebron (AI-Khalil em árabe)

Hebron (AI-Khalil em árabe). O nome árabe significa "amigo" ou "companheiro", uma referência a Abraão, o "amigo" ou "companheiro" de Deus, que foi enterrado em Hebron, como acreditam tanto os muçulmanos quanto os judeus.

A Cidade Antiga de Jerusalém, vista do campanário da Igreja de São Salvador

A Cidade Antiga de Jerusalém (olhando-se ao leste em direção ao Monte das Oliveiras), vista do campanário da Igreja de São Salvador. Note a Mesquita do Domo da Rocha, canto superior direito (Bonfils).

Peregrinos russos no rio Jordão

Peregrinos russos no rio Jordão. A partir do desenvolvimento da navegação a vapor, o número de peregrinos cristãos da Europa aumentou imensamente

Mesquita Branca

 O minarete da Mesquita Branca em Ramle, também conhecido como a Torre dos 40 Mártires. Reconstruído em 1318 d.C., ele estava situado no meio da muralha que circundava a mesquita ao norte. A mesquita por sua vez está em ruínas. 

Monte das Oliveiras

Vista aérea do Monte das Oliveiras, em direção ao Mar Morto.  

Pomares em Jericó

Pomares em Jericó. Muitos palestinos ricos de Jerusalém tinham casa de inverno em Jericó. 

Ein Karim

Ein Karim, oeste de Jerusalém. 

Silwan

Vila e vale do Silwan, a leste das muralhas de Jerusalém, vista para o sul. Note à distância a Casa do Governador, a residência do alto-comissário britânico, no chamado Monte do Conselho do Mal (!).

Abu Ghosh

Abu Ghosh, a cerca de 14 quilômetros de Jerusalém, na estrada para Jaffa. 

Beit Sahur vista do Campo dos Pastores

Beit Sahur vista do Campo dos Pastores próximo a Belém, olhando para o leste.

Os morros de Belém

Os morros de Belém. Note o traje tradicional. 

Rio Auja

Moinhos de água no Rio Auja, próximo a Jaffa. 

Escaladas de Kolonia

Encostas escaladas vistas de Kolonia, uma vila no caminho para Jaffa a cerca de oito quilômetros de Jerusalém. 

Monastério Ortodoxo de São George

Monastério Ortodoxo de São George no Morro da Tentação em área desabitada perto de Jericó. 

Pescadores

Pescadores no Mar da Galileia

Grãos (1)

Grãos: dos 4.367.629 dunams plantados com grãos, os palestinos eram os donos e fazendeiros de 4.152.438 dunams. 

Grãos (2)

Grãos: dos 4.367.629 dunams plantados com grãos, os palestinos eram os donos e fazendeiros de 4.152.438 dunams. 

Grãos (3)

Grãos: dos 4.367.629 dunams plantados com grãos, os palestinos eram os donos e fazendeiros de 4.152.438 dunams. 

Grãos (4)

Grãos: dos 4.367.629 dunams plantados com grãos, os palestinos eram os donos e fazendeiros de 4.152.438 dunams. 

Bananas

Bananas: 60% da área plantada com bananas era de propriedade e cultivo dos palestinos

Vinhedos

Vinhedos: 86% das terras plantadas com vinhedos eram de propriedade e cultivo dos palestinos. 

Azeitonas

Azeitonas: de 600.133 dunams, 99% eram de propriedade e cultivo dos palestinos

Verduras

Verduras: de 279.940 dunams, 239.733 dunams eram de propriedade e cultivo dos palestinos. 

Tabaco

Tabaco: a área com cultivo de tabaco era restrita pelo governo mandatário para evitar safra excessiva. Praticamente toda a área com cultivo de tabaco era de propriedade palestina. 

Pecuária (1)

A riqueza animal do país também era majoritariamente de propriedade dos palestinos.

Pecuária (2)

A riqueza animal do país também era majoritariamente de propriedade dos palestinos.

A Laranja de Jaffa: O Presente Palestino ao Mundo

149-157 Hoje em dia a laranja de Jaffa é o produto agrícola mais associado com a agricultura israelense. Contudo, especialistas palestinos já tinham desenvolvido a laranja de Jaffa antes de começar a colonização sionista na Palestina.

Vista para o mar

Jaffa, vista para o mar. Até 1936, antes do desenvolvimento dos embarcadouros de Haifa e Tel Aviv, Jaffa tinha o maior porto da Palestina. 

Quarteirão Residencial Palestino Nuzhah

Jaffa, vista para o novo quarteirão residencial palestino Nuzhah, ca. 1935. Note o contraste nos meios de transporte da foto anterior

Tiberíades (2)

Tiberíades, vista para o norte em direção ao Monte Hermon, ca. 1935. 

Residência da família Taji

Residência da família Taji, em Wadi Hunayn, próximo de Ramle, ca. 1934. 

Vista de Cidade Antiga

Vista para o lado oeste da Cidade Antiga de Jerusalém a partir do Museu Arqueológico da Palestina, ca. 1937. No meio está Bab al-Zahira (Porta de Herodes). O prédio mais à direita é a Escola Secundária Para Meninos al-Rashidiyyah. 

Vista de Jerusalem

Vista em direção noroeste do quarteirão residencial palestino em frente à Bab al-Zahirah, Jerusalém.

Sob a Neve

Cidade Antiga de Jerusalém sob a neve, com vista para o Monte das Oliveiras. 

Mesquita em Beersheba

Mesquita em Beersheba; sua arquitetura é do final do período otomano. 

Acampamento de Escoteiros Palestinos

Bir Salim, próximo a Ramle, 1926. Sentado ao centro, terceira fila, Humphrey Bowman, diretor britânico do Departamento de Educação. 

. . .E sua Base: A Escola da Vila

Do outro lado do espectro educacional estão as escolas das vilas. As duas escolas mostradas aqui são similares a outras 420 escolas de cidades pequenas que existiam na Palestina ao final do Mandato. Na foto 229, os meninos estão fazendo seu exercício matinal antes de entrarem em aula.

. . .E sua Base: A Escola da Vila (2)

Do outro lado do espectro educacional estão as escolas das vilas. As duas escolas mostradas aqui são similares a outras 420 escolas de cidades pequenas que existiam na Palestina ao final do Mandato. Na foto 229, os meninos estão fazendo seu exercício matinal antes de entrarem em aula.

Sabotagem

Um trem é descarrilhado pelos guerrilheiros, verão de 1936. 

O Haganah Começa Sua Ofensiva

Casa da fazenda da família Abu Laban, prósperos plantadores de laranja, próximo a Petah Tikva. Em 15 de agosto de 1947 a casa foi atacada e bombardeada pelo Haganah, a organização militar sionista oficial. Doze ocupantes da casa foram mortos, incluindo a mãe e seis filhos.

Acre

Acre, olhando-se ao sul para a Cidade Antiga e os novos subúrbios. Ao final do Mandato, a população total de Acre era de cerca de 12.360, dos quais aproximadamente 50 eram judeus e o resto, palestinos. Forças sionistas capturaram a cidade em 17 de maio de 1948 (veja 416–417).

A cidade de Safed no norte da Galileia

A cidade de Safed no norte da Galileia; os objetos redondos ao fundo são rolos de feno secando ao sol (eles eram colocados sob as panelas pra evitar que elas entrassem em contato direto com o fogo).

Casas e plantações de Ramallah

Casas e plantações de Ramallah. Ao final do Mandato a população total de Ramallah era de cerca de cinco mil pessoas, todas palestinas, a maioria cristã. Ramallah foi capturada por Israel durante a Guerra de 1967.

Nablus

A população de Nablus (cerca de 23 mil ao final do Mandato) era totalmente palestina. A cidade foi capturada por Israel em 1967.

Hebron, vista de uma varanda

Hebron, vista de uma varanda. A população de Hebron (cerca de 25 mil ao final do Mandato) era inteiramente palestina. A cidade foi capturada por Israel em 1967. 

Gaza, vista de Jabal Muntar

Gaza, vista de Jabal Muntar, 1943. A população de Gaza (cerca de 34 mil ao final do Mandato) era inteiramente palestina. A cidade foi capturada por Israel em 1956, e novamente em 1967.

Beit Jala, vista aérea

Beit Jala, próximo a Belém, vista aérea. Ao final do Mandato sua população era de aproximadamente quatro mil, quase todos cristãos palestinos. A vila foi capturada por Israel em 1967.

As firmes muralhas do mar de Acre

As firmes muralhas do mar de Acre, originalmente construídas no século 9 d.C.

O hospital particular Dajani, Jaffa

O hospital particular Dajani, Jaffa, construído em 1933. 

Jaffa em meados de 1940

Jaffa em meados de 1940. Ao final do Mandato, a população de Jaffa era de cerca de 100 mil, dos quais aproximadamente 30% eram judeus e o resto, palestinos. Forças sionistas capturaram a cidade em 10 de maio de 1948 (veja 412–415).

Uma casa em Ramallah

Arquitetura local característica: uma casa em Ramallah. 

Encontro é desconhecida

Com exceção de três senhores (o segundo, o terceiro e o quarto da esquerda para a direita de pé na primeira fila), todos os outros são cristãos palestinos representando diferentes idades e profissões.

A razão desse encontro é desconhecida; o lugar é Nablus; a data, cerca de 1925. 

Pastores e um diretor de escola

Pastores e um diretor de escola, com seus respectivos rebanhos, se cruzam pelo caminho na Igreja de Todas as Nações, Gethsemane. 

Escola Governamental de Meninas

Guias da Escola Governamental de Meninas em Nazaré, 1940.