Skip directly to content

cities

Jerusalém: A Escolha de Alá

"The choice of Allah of all his lands is Jerusalem . . . the dew which descends upon Jerusalem is a remedy from every sickness, because it is from the gardens of Paradise.”

This vast compound some thirty-four acres in area, known as the Haram aI-Sharif (Noble Sanctuary), is situated in the Old City of Jerusalem, one of the three holiest cities of Islam (the other two being Mecca and Medina).

Jesus: A Palavra de Alá


"The Messiah, Jesus, son of Mary ... His word which He conveyed unto Mary, and a spirit from Him ... "

The Star of Bethlehem, Church of the Nativity. Islam is deeply imbued with Judeo-Christian beliefs and traditions. The prophet Muhammad is seen by Muslims as the last and "seal" (khatim) of a long line of earlier prophets.

Quarteirão de Talbiyya, Jerusalém Oeste

Vista geral do quarteirão de Talbiyya, Jerusalém Oeste, começo da década de 1940.

A Inauguração de um Hospital

4 Shaikh Badr, um subúrbio no oeste de Jerusalém perto da vila de Deir Yassin (veja 411). Os participantes da cerimônia incluem funcionários de alto escalão do governo otomano, entre eles árabes palestinos (em traje formal na varanda), assim como outros palestinos notáveis e funcionários públicos.

Ramle, vista do oeste

Ramle, vista do oeste. Ramle foi fundada pelos árabes em 716 d.C., e por algum tempo foi a capital da província árabe (djund) da Filastin (Palestina).

O Kaiser em Jerusalém

5 O Kaiser Wilhelm II da Alemanha na Mesquita do Domo da Rocha (veja 1), Jerusalém, 1898. A visita do kaiser teve a intenção de sinalizar para as outras potências europeias o interesse da Alemanha no leste árabe, e fortalecer os laços entre alemães e otomanos.

A Revolução dos “Jovens Turcos” (1)

6 O Grande Serai (veja 164, 393), que abriga escritórios do governo local, Jaffa, julho de 1908.

A Revolução dos “Jovens Turcos” (2)

7  Jerusalém, 1908: Manifestação palestina, com funcionários do governo, celebrando Al-Hurriyyah. 

Jemal Pasha Revisando As Tropas

9  Jemal Pasha revisando as tropas nos subúrbios no oeste de Jerusalém, ca. 1917.

A Estação de Trem de Jerusalém

12  A estação de trem de Jerusalém, 1917: Jemal Pasha, governador-geral otomano na Síria-Palestina, e o General Erich von Falkenhayn, chefe da missão militar alemã ao Oriente. 

Oficiais do Estado-Maior alemães e turcos

13  Jerusalém, 1917: Oficiais do Estado-Maior alemães e turcos. 

Surrendering Jerusalem

14  Jerusalém, 9 de dezembro de 1917: sargentos britânicos pertencentes a uma companhia de avanço do 219º Batalhão, Regimento de Londres, aceitando a rendição de Jerusalém por Hussein Salim al-Husseini, prefeito de Jerusalém (quarto à direita, com a bengala).

A Cidadela, Cidade Antiga de Jerusalém

15  A Cidadela, Cidade Antiga de Jerusalém, 11 de dezembro de 1917: General Sir Edmund Allenby, comandante-chefe da Força Expedicionária Aliada, na ocasião da proclamação do estado de sítio após sua entrada na cidade. 

Tropas da 5ª Brigada Australiana de Montaria Leve

17  Tropas da 5ª Brigada Australiana de Montaria Leve, sob o comando de Allenby, entram em Nablus para estabelecer o controle aliado, 21 de setembro de 1918.

Homens de um dos contingentes sob o comando de Allenby, o 4º Regimento Chausseurs d’Afrique

18  Homens de um dos contingentes sob o comando de Allenby, o 4º Regimento Chausseurs d’Afrique, entram na vila de Anabta a leste de Tulkarem no centro da Palestina, final de setembro de 1918. 

Tropas indianas

19  Tropas indianas (lançadores Jodhpore e Mysore, 15ª Brigada do Serviço Imperial de Cavalaria) entram em Haifa, 23 de setembro de 1918.

Olhando a vila de Askar

20   Homem a cavalo olhando a vila de Askar a leste de Nablus, centro da Palestina. 

On the Slopes of Mount Tabor

21   Homem a cavalo olhando a vila de Daburiyyah numa encosta do Monte Tabor, na Galileia. 

Olhando em Direção a Marj Ibn Amer

22   Uma pessoa olhando em direção a Marj Ibn Amer (a Planície de Jezreel). 

View of Shepherds' Field from Bethlehem

Campo dos Pastores visto de Belém. A vila ao fundo é Beit Sahur. Note as projeções horizontais para plantio. 

Vila de Battir

24  Vila de Battir, sudoeste de Jerusalém. 

Vista Geral de Jenim

25  Vista geral de Jenim, no centro da Palestina (Bonfils).1

Vila de Ein Karim

26  Vila de Ein Karim, oeste de Jerusalém (Bonfils).

Mesquita de Nabi Samu’il

28   Mesquita de Nabi Samu’il (Profeta Samuel), ao noroeste de Jerusalém (Bonfils).

Túmulo de Nabi Yusuf

Santuário muçulmano no lugar tradicional do túmulo de Nabi Yusuf (Profeta José), a leste de Nablus. 

Poço de Tabita

Santuário muçulmano no lugar tradicional do Poço de Tabita, leste de Jaffa. Tabita (Dorcas) é mencionada nos Atos dos Apóstolos 9:36–41. 

Auja al-Hafir

Auja al-Hafir, perto da fronteira com o Egito; no primeiro plano está a praça central. Observe os acampamentos do exército otomano nos arredores.

Gaza, "a Cidade de Hashim"

Gaza, "a Cidade de Hashim", assim chamada porque Gaza é o lugar onde foi enterrado Hashim, bisavô do profeta Muhammad (Bonfils).

Hebron (AI-Khalil em árabe)

Hebron (AI-Khalil em árabe). O nome árabe significa "amigo" ou "companheiro", uma referência a Abraão, o "amigo" ou "companheiro" de Deus, que foi enterrado em Hebron, como acreditam tanto os muçulmanos quanto os judeus.

A Cidade Antiga de Jerusalém, vista do campanário da Igreja de São Salvador

A Cidade Antiga de Jerusalém (olhando-se ao leste em direção ao Monte das Oliveiras), vista do campanário da Igreja de São Salvador. Note a Mesquita do Domo da Rocha, canto superior direito (Bonfils).

Cenas na Porta de Jaffa

Cenas na Porta de Jaffa, na Cidade Antiga de Jerusalém: (40) uma fotografia de Bonfils tirada entre as paredes de dentro para fora, e (41) a vista externa das muralhas.

A vista externa das muralhas

Cenas na Porta de Jaffa, na Cidade Antiga de Jerusalém: a vista externa das muralhas.

Jaffa trilhos de trem

Jaffa: um dos primeiros píeres com trilhos de trem a serem construídos no porto.

A Mesquita al-Aqsa

A Mesquita al-Aqsa, Jerusalém (veja 1), construída pelo Califa Al-Walid ibn-Abd al-Malik (705–715 d.C.). Posteriormente mantida e embelezada por sucessivos governantes árabes e muçulmanos, ela foi o centro da atenção religiosa de milhões de muçulmanos ao redor do mundo.

O Domo da Rocha visto da Mesquita al-Aqsa

O Domo da Rocha visto da Mesquita al-Aqsa. No primeiro plano está al-kas (“a copa”), um chafariz para abluções rituais (Bonfils).

Groto da Natividade, Igreja da Natividade

Groto da Natividade, Igreja da Natividade, Belém. Observe o policial mantendo guarda para evitar conflito entre seguidores de diferentes denominações cristãs.

Dia de Natal

Peregrinos entrando na cidade de Belém no dia de Natal (Bonfils).

Rezando no Muro das Lamentações

Mulheres judias rezando no Muro das Lamentações, Jerusalém. Durante os séculos de governo árabe e muçulmano na Palestina, judeus tinham acesso livre ao Muro das Lamentações. O acesso passou a ser um problema apenas depois da Guerra de 1948 e da consequente diáspora palestina (veja 90, 203).

Santa Ana

A igreja dos cruzados de Santa Ana na Cidade Antiga de Jerusalém, construída em 1140 d.C. O governador otomano deu a igreja para a França em 1856, por isso a bandeira tricolor francesa (Bonfils).

Procissão cristã ortodoxa no dia da Páscoa

Procissão cristã ortodoxa no dia da Páscoa (note as velas acesas) do Patriarcado Grego até o Santo Sepulcro na Cidade Antiga de Jerusalém, ca. 1910. 

Escola Dusturiyyah (Constitucional)

A Escola Dusturiyyah (Constitucional), em Jerusalém, 1909, assim chamada por causa da Constituição Otomana promulgada em 1908 (veja 3, 6–7). Seu fundador e diretor, Khalil Sakakini (sentado, primeiro à esquerda), foi um respeitado ensaísta e acadêmico cristão ortodoxo palestino.

Escola Britânica Anglicana São Jorge para Meninos

A Escola Britânica Anglicana São Jorge para meninos, fundada em Jerusalém em 1899, foi uma de muitas escolas fundadas na segunda metade do século 19 por missionários europeus e americanos.

Biblioteca Khalidi

Um canto da Biblioteca Khalidi, Bab al-Silsilah (Porta da Corrente), Cidade Antiga de Jerusalém, ca. 1914. A biblioteca foi fundada em 1900 através da doação feita pela mãe de Haj Raghib al-Khalidi (sentado, segundo a partir da direita).

Manifestação Palestina Contra a Imigração Sionista em Massa, Porta Nova

Momentos após uma manifestação palestina contra a imigração sionista em massa, Porta Nova, Jerusalém, 1933. 

Demonstração de Força Aérea

Demonstração de força aérea britânica sobre as muralhas da Cidade Antiga de Jerusalém, 1933. 

Polícia de choque britânica

Polícia de choque britânica, montada e a pé, bloqueia o caminho de uma manifestação em protesto contra a imigração em massa sionista, Jaffa, 27 de outubro de 1933. 

Grupo de Manifestantes, Praça Central, Jaffa

Polícia montada britânica investe contra um grupo de manifestantes, Praça Central, Jaffa, 27 de outubro de 1933. 

Pomares em Jericó

Pomares em Jericó. Muitos palestinos ricos de Jerusalém tinham casa de inverno em Jericó. 

Ein Karim

Ein Karim, oeste de Jerusalém. 

Silwan

Vila e vale do Silwan, a leste das muralhas de Jerusalém, vista para o sul. Note à distância a Casa do Governador, a residência do alto-comissário britânico, no chamado Monte do Conselho do Mal (!).

Abu Ghosh

Abu Ghosh, a cerca de 14 quilômetros de Jerusalém, na estrada para Jaffa. 

Beit Sahur vista do Campo dos Pastores

Beit Sahur vista do Campo dos Pastores próximo a Belém, olhando para o leste.

Os morros de Belém

Os morros de Belém. Note o traje tradicional. 

Família na vila

Família na vila de Beit Sahur, próximo a Belém. 

A Laranja de Jaffa: O Presente Palestino ao Mundo

149-157 Hoje em dia a laranja de Jaffa é o produto agrícola mais associado com a agricultura israelense. Contudo, especialistas palestinos já tinham desenvolvido a laranja de Jaffa antes de começar a colonização sionista na Palestina.

Igreja da Natividade

Belém; a segunda torre a partir da esquerda é da Igreja da Natividade. 

Vista para o mar

Jaffa, vista para o mar. Até 1936, antes do desenvolvimento dos embarcadouros de Haifa e Tel Aviv, Jaffa tinha o maior porto da Palestina. 

Praça Central, Jaffa

Praça Central, Jaffa, logo depois da posse do Mandato Britânico. O prédio com pilares, à direita, é o Grand Serai (see 6, 393).

Quarteirão Residencial Palestino Nuzhah

Jaffa, vista para o novo quarteirão residencial palestino Nuzhah, ca. 1935. Note o contraste nos meios de transporte da foto anterior

Tiberíades (1)

Tiberíades,  vista para o sul, ca. 1935. A mesquita ao fundo, conhecida como Mesquita de Cima, foi construída no começo do século 18.

Bab al-Silsilah

A fonte em Bab al-Silsilah (Porta da Corrente), construída durante o reinado de Suleiman, o Magnífico (1520–66), Cidade Antiga de Jerusalém

Parada de táxi

Parada de táxi, Porta de Damasco, Jerusalém, ca. 1928. A Porta de Damasco e as muralhas da Cidade Antiga (veja 176) também foram construídas por Suleiman, o Magnífico.

Vista de Cidade Antiga

Vista para o lado oeste da Cidade Antiga de Jerusalém a partir do Museu Arqueológico da Palestina, ca. 1937. No meio está Bab al-Zahira (Porta de Herodes). O prédio mais à direita é a Escola Secundária Para Meninos al-Rashidiyyah. 

Vista de Jerusalem

Vista em direção noroeste do quarteirão residencial palestino em frente à Bab al-Zahirah, Jerusalém.

Sob a Neve

Cidade Antiga de Jerusalém sob a neve, com vista para o Monte das Oliveiras. 

Mesquita Jazzar

O pátio interno da Mesquita Jazzar em Acre, construída em 1781 por Ahmad al-Jazzar, que em 1799 impediu o avanço das tropas de Napoleão através da Palestina com a ajuda da esquadra naval britânica comandada por Sir Sydney Smith.

Leah's Tomb

O túmulo de Lea com tapeçaria bordada, na Mesquita de Abraão, Hebron. As palavras em árabe dizem: “Este é o túmulo da Nossa Senhora Lea; as bênçãos de Alá estejam com ela, esposa do profeta Jacó; que a paz esteja com ele” (veja 28–29, 38, 183, 207–208).

Grande Mesquita em Gaza

A Grande Mesquita em Gaza, originalmente uma estrutura do século 12. 

Túmulo de Nabi Daoud (o profeta David)

Santuário muçulmano e mesquita no lugar do túmulo de Nabi Daoud (o profeta David), em frente às muralhas da Cidade Antiga, Jerusalém (veja 28 et al.).

Via Dolorosa

Via Dolorosa, Quinta Estação da Cruz, no Quarteirão Muçulmano da Cidade Antiga, Jerusalém. 

Santo Sepulcro

Santo Sepulcro, Quinta-Feira Santa, 5 de abril de 1934, cerimônia conduzida pelo patriarca ortodoxo cristão. Sentado precariamente no andaime, Wasif Jawhariyyah (usando o tradicional chapéu fez).

Visita Muro das Lamentações

Judeus ortodoxos e outros com vestimentas europeias voltando de uma visita ao Muro das Lamentações, meados da década de 1930 (veja 55, 90).

Conferência de Padres Palestinos Cristãos Ortodoxos

Conferência de padres palestinos cristãos ortodoxos, Ramallah, setembro de 1932. 

Ahmad aI-Sharif al-Senussi

Ahmad al-Sharif al-Senussi (segurando um cajado) visita o Haram al-Sharif (veja 1) em Jerusalém, ca. 1923. Ele era o líder da tariqah líbia Senussi, uma fraternidade religiosa.

Comemorando Al-Nabi Musa (1)

Al-Nabi Musa (o Profeta Moisés) foi o nome dado por muçulmanos palestinos a um dos festivais religiosos mais importante do ano; o festival consistia em uma procissão a pé ou a cavalo de Jerusalém ao lugar tradicional do túmulo de Moisés, próximo a Jericó (veja 28–29, 38, 180, 183).

Comemorando Al-Nabi Musa (2)

Al-Nabi Musa (o Profeta Moisés) foi o nome dado por muçulmanos palestinos a um dos festivais religiosos mais importante do ano; o festival consistia em uma procissão a pé ou a cavalo de Jerusalém ao lugar tradicional do túmulo de Moisés, próximo a Jericó (veja 28–29, 38, 180, 183).

Estudantes Marroquinos em Nablus

Funcionários e alunos da classe de formandos da Escola Najah (Sucesso), Nablus, 1932.

Sexto Congresso Nacional Palestino, Jaffa

O Sexto Congresso Nacional Palestino, Jaffa, outubro de 1925 (veja 68, 82–83, 87).

Manifestações

Polícia de choque britânica ataca manifestantes e aparece na primeira página das notícias em Londres; Praça Central, Jaffa, 1936. 

Fecham a Cidade Antiga de Jaffa

Os britânicos fecham a Cidade Antiga de Jaffa antes de começar a demolição. 

Selo da Guerrilha

O selo da guerrilha, 1938, mostrando a Igreja do Santo Sepulcro e a Mesquita do Domo da Rocha. 

Polícia britânica e patrulha armada revistam palestinos

Polícia britânica e patrulha armada revistam palestinos na Cidade Antiga de Jerusalém, ca. 1936. 

Ataque da Cidade Antiga

Um destacamento de avanço das tropas britânicas em direção ao ataque, pouco antes da recaptura da Cidade Antiga. 

O Hotel King David (2)

Outra tática usada pelos líderes sionistas era o terrorismo. Em 22 de julho de 1946 Menachem Begin, então chefe do Irgun (veja 294), ordenou a explosão da ala sul do Hotel King David em Jerusalém, que abrigava os escritórios centrais da administração civil.

A Estação de Trem de Haifa

Estação de trem de Haifa bombardeada por terroristas sionistas, outono de 1946. 

Acre

Acre, olhando-se ao sul para a Cidade Antiga e os novos subúrbios. Ao final do Mandato, a população total de Acre era de cerca de 12.360, dos quais aproximadamente 50 eram judeus e o resto, palestinos. Forças sionistas capturaram a cidade em 17 de maio de 1948 (veja 416–417).

Casas e plantações de Ramallah

Casas e plantações de Ramallah. Ao final do Mandato a população total de Ramallah era de cerca de cinco mil pessoas, todas palestinas, a maioria cristã. Ramallah foi capturada por Israel durante a Guerra de 1967.

Nablus

A população de Nablus (cerca de 23 mil ao final do Mandato) era totalmente palestina. A cidade foi capturada por Israel em 1967.

Hebron, vista de uma varanda

Hebron, vista de uma varanda. A população de Hebron (cerca de 25 mil ao final do Mandato) era inteiramente palestina. A cidade foi capturada por Israel em 1967. 

Gaza, vista de Jabal Muntar

Gaza, vista de Jabal Muntar, 1943. A população de Gaza (cerca de 34 mil ao final do Mandato) era inteiramente palestina. A cidade foi capturada por Israel em 1956, e novamente em 1967.

Beit Jala, vista aérea

Beit Jala, próximo a Belém, vista aérea. Ao final do Mandato sua população era de aproximadamente quatro mil, quase todos cristãos palestinos. A vila foi capturada por Israel em 1967.

As firmes muralhas do mar de Acre

As firmes muralhas do mar de Acre, originalmente construídas no século 9 d.C.

O hospital particular Dajani, Jaffa

O hospital particular Dajani, Jaffa, construído em 1933. 

Jaffa em meados de 1940

Jaffa em meados de 1940. Ao final do Mandato, a população de Jaffa era de cerca de 100 mil, dos quais aproximadamente 30% eram judeus e o resto, palestinos. Forças sionistas capturaram a cidade em 10 de maio de 1948 (veja 412–415).

A Escola de Meninos Amigos, Ramallah

A Escola de Meninos Amigos, Ramallah, começo da década de 1940.

Uma casa em Ramallah

Arquitetura local característica: uma casa em Ramallah. 

O Mihrab

O mihrab (nicho apontando para a direção de Meca) e o minbar (púlpito) da Mesquita de Al-Aqsa.  

Rua de Jerusalém

Rua de Jerusalém, ao lado da Porta de Jaffa, início da década de 1940. 

O prédio Tannous

O prédio Tannous (de propriedade de uma família palestina protestante), Jerusalém Oeste, onde grande parte das propriedades era de posse palestina, começo da década de 1940.

Uma casa de Talbiyya, West Jerusalem

Uma casa no quarteirão residencial palestino de Talbiyya, Jerusalém Oeste, começo da década de 1940. 

Arquitetura Urbana Palestina (1)

Exemplos da arquitetura urbana palestina, Jerusalém, começo da década de 1940. 

Arquitetura Urbana Palestina(2)

Exemplos da arquitetura urbana palestina, Jerusalém, começo da década de 1940. 

Arquitetura Urbana Palestina (3)

Exemplos da arquitetura urbana palestina, Jerusalém, começo da década de 1940. 

A “banda oriental” (takht) da Estação de Radiodifusão Palestina

A “banda oriental” (takht) da Estação de Radiodifusão Palestina, entretendo convidados em uma festa privada, Jerusalém, 1940.  

Escola Governamental de Meninas

Guias da Escola Governamental de Meninas em Nazaré, 1940. 

A Sociedade Inglesa de Debate da Escola Najah

A Sociedade Inglesa de Debate da Escola Najah (Sucesso), Nablus, 1942. Issam Abbasi (de pé, segundo à direita) se tornou poeta e romancista assim como colaborador literário do Al-Ittihad, um jornal de Haifa. 

Quarta Conferência de Prefeitos Árabes da Palestina

Quarta Conferência de Prefeitos Árabes da Palestina, Gaza, 1945. Na fila da frente, da esquerda para a direita, Hashim al-Jayyusi (veja 350), Rushdi al-Shawwa (Gaza), Omar Bitar (Jaffa), Shaikh Mustafa al-Khairi (Ramle) e Suleiman Tuqan (Nablus).

Mayor Shaikh Muhammad Ali al-Ja'bari

Dignitários muçulmanos reunidos no jardim da Mesquita Ibrahim (Abraão), Hebron, 1947 (veja 180). À direita, Sheikh Muhammad Ali al-Ja’bari, prefeito de Hebron.

George Shibr

O Conselho Executivo e outros membros da Associação Árabe de Arquitetos e Engenheiros de Jerusalém na Igreja da Natividade, Belém, 1947.

A Partilha das Nações Unidas

Em 29 de novembro de 1947 a resolução recomendando a partilha da Palestina em um Estado judeu e um Estado palestino foi praticamente imposta pelos Estados Unidos durante a Assembleia Geral da ONU. Ela foi recebida com choque e consternação pelo mundo árabe e pelos muçulmanos.