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photos and captions

Jerusalém: A Escolha de Alá

"The choice of Allah of all his lands is Jerusalem . . . the dew which descends upon Jerusalem is a remedy from every sickness, because it is from the gardens of Paradise.”

This vast compound some thirty-four acres in area, known as the Haram aI-Sharif (Noble Sanctuary), is situated in the Old City of Jerusalem, one of the three holiest cities of Islam (the other two being Mecca and Medina).

Jesus: A Palavra de Alá


"The Messiah, Jesus, son of Mary ... His word which He conveyed unto Mary, and a spirit from Him ... "

The Star of Bethlehem, Church of the Nativity. Islam is deeply imbued with Judeo-Christian beliefs and traditions. The prophet Muhammad is seen by Muslims as the last and "seal" (khatim) of a long line of earlier prophets.

Quarteirão de Talbiyya, Jerusalém Oeste

Vista geral do quarteirão de Talbiyya, Jerusalém Oeste, começo da década de 1940.

A Inauguração de um Hospital

4 Shaikh Badr, um subúrbio no oeste de Jerusalém perto da vila de Deir Yassin (veja 411). Os participantes da cerimônia incluem funcionários de alto escalão do governo otomano, entre eles árabes palestinos (em traje formal na varanda), assim como outros palestinos notáveis e funcionários públicos.

Ramle, vista do oeste

Ramle, vista do oeste. Ramle foi fundada pelos árabes em 716 d.C., e por algum tempo foi a capital da província árabe (djund) da Filastin (Palestina).

O Kaiser em Jerusalém

5 O Kaiser Wilhelm II da Alemanha na Mesquita do Domo da Rocha (veja 1), Jerusalém, 1898. A visita do kaiser teve a intenção de sinalizar para as outras potências europeias o interesse da Alemanha no leste árabe, e fortalecer os laços entre alemães e otomanos.

A Revolução dos “Jovens Turcos” (1)

6 O Grande Serai (veja 164, 393), que abriga escritórios do governo local, Jaffa, julho de 1908.

A Revolução dos “Jovens Turcos” (2)

7  Jerusalém, 1908: Manifestação palestina, com funcionários do governo, celebrando Al-Hurriyyah. 

Jemal Pasha

8  Jemal Pasha, membro do triunvirato “Jovens Turcos”, o qual governou o Império Otomano durante a Primeira Guerra Mundial, com seus funcionários em Jerusalém. Jemal Pashal se tornou governador-geral e comandante do Quarto Exército Otomano na Síria-Palestina em 1914.

Jemal Pasha Revisando As Tropas

9  Jemal Pasha revisando as tropas nos subúrbios no oeste de Jerusalém, ca. 1917.

A Estação de Trem de Jerusalém

12  A estação de trem de Jerusalém, 1917: Jemal Pasha, governador-geral otomano na Síria-Palestina, e o General Erich von Falkenhayn, chefe da missão militar alemã ao Oriente. 

Oficiais do Estado-Maior alemães e turcos

13  Jerusalém, 1917: Oficiais do Estado-Maior alemães e turcos. 

Surrendering Jerusalem

14  Jerusalém, 9 de dezembro de 1917: sargentos britânicos pertencentes a uma companhia de avanço do 219º Batalhão, Regimento de Londres, aceitando a rendição de Jerusalém por Hussein Salim al-Husseini, prefeito de Jerusalém (quarto à direita, com a bengala).

A Cidadela, Cidade Antiga de Jerusalém

15  A Cidadela, Cidade Antiga de Jerusalém, 11 de dezembro de 1917: General Sir Edmund Allenby, comandante-chefe da Força Expedicionária Aliada, na ocasião da proclamação do estado de sítio após sua entrada na cidade. 

Tropas da 5ª Brigada Australiana de Montaria Leve

17  Tropas da 5ª Brigada Australiana de Montaria Leve, sob o comando de Allenby, entram em Nablus para estabelecer o controle aliado, 21 de setembro de 1918.

Homens de um dos contingentes sob o comando de Allenby, o 4º Regimento Chausseurs d’Afrique

18  Homens de um dos contingentes sob o comando de Allenby, o 4º Regimento Chausseurs d’Afrique, entram na vila de Anabta a leste de Tulkarem no centro da Palestina, final de setembro de 1918. 

Tropas indianas

19  Tropas indianas (lançadores Jodhpore e Mysore, 15ª Brigada do Serviço Imperial de Cavalaria) entram em Haifa, 23 de setembro de 1918.

Olhando a vila de Askar

20   Homem a cavalo olhando a vila de Askar a leste de Nablus, centro da Palestina. 

On the Slopes of Mount Tabor

21   Homem a cavalo olhando a vila de Daburiyyah numa encosta do Monte Tabor, na Galileia. 

Olhando em Direção a Marj Ibn Amer

22   Uma pessoa olhando em direção a Marj Ibn Amer (a Planície de Jezreel). 

View of Shepherds' Field from Bethlehem

Campo dos Pastores visto de Belém. A vila ao fundo é Beit Sahur. Note as projeções horizontais para plantio. 

Vila de Battir

24  Vila de Battir, sudoeste de Jerusalém. 

Vista Geral de Jenim

25  Vista geral de Jenim, no centro da Palestina (Bonfils).1

Vila de Ein Karim

26  Vila de Ein Karim, oeste de Jerusalém (Bonfils).

Mar Saba

27 Monastério cristão de Mar Saba, homenagem ao ascético bizantino do mesmo nome que morreu em 531 d.C. O monastério é localizado a sudeste de Jerusalém. Mar é a palavra árabe para “santo”.

Mesquita de Nabi Samu’il

28   Mesquita de Nabi Samu’il (Profeta Samuel), ao noroeste de Jerusalém (Bonfils).

Túmulo de Nabi Yusuf

Santuário muçulmano no lugar tradicional do túmulo de Nabi Yusuf (Profeta José), a leste de Nablus. 

Poço de Tabita

Santuário muçulmano no lugar tradicional do Poço de Tabita, leste de Jaffa. Tabita (Dorcas) é mencionada nos Atos dos Apóstolos 9:36–41. 

Café e Narguile

Mulheres de Belém em casa tomando café e fumando narguile, ou “hubble bubble”.

Duas Meninas de Belém

Retrato feito por Bonfils de duas meninas de Belém. Cada região da Palestina tem um padrão de bordado e estilos distintos para o adorno de roupas femininas. Os adereços para cabeça em geral contêm moedas. 

Musa Janini

Musa Janini (1858–1938), um ancião de Ain Karem, distrito de Jerusalém. Note o casaco com forro de lã de ovelha. 

Auja al-Hafir

Auja al-Hafir, perto da fronteira com o Egito; no primeiro plano está a praça central. Observe os acampamentos do exército otomano nos arredores.

Gaza, "a Cidade de Hashim"

Gaza, "a Cidade de Hashim", assim chamada porque Gaza é o lugar onde foi enterrado Hashim, bisavô do profeta Muhammad (Bonfils).

Hebron (AI-Khalil em árabe)

Hebron (AI-Khalil em árabe). O nome árabe significa "amigo" ou "companheiro", uma referência a Abraão, o "amigo" ou "companheiro" de Deus, que foi enterrado em Hebron, como acreditam tanto os muçulmanos quanto os judeus.

A Cidade Antiga de Jerusalém, vista do campanário da Igreja de São Salvador

A Cidade Antiga de Jerusalém (olhando-se ao leste em direção ao Monte das Oliveiras), vista do campanário da Igreja de São Salvador. Note a Mesquita do Domo da Rocha, canto superior direito (Bonfils).

Cenas na Porta de Jaffa

Cenas na Porta de Jaffa, na Cidade Antiga de Jerusalém: (40) uma fotografia de Bonfils tirada entre as paredes de dentro para fora, e (41) a vista externa das muralhas.

A vista externa das muralhas

Cenas na Porta de Jaffa, na Cidade Antiga de Jerusalém: a vista externa das muralhas.

A Mesquita al-Aqsa

A Mesquita al-Aqsa, Jerusalém (veja 1), construída pelo Califa Al-Walid ibn-Abd al-Malik (705–715 d.C.). Posteriormente mantida e embelezada por sucessivos governantes árabes e muçulmanos, ela foi o centro da atenção religiosa de milhões de muçulmanos ao redor do mundo.

O Domo da Rocha visto da Mesquita al-Aqsa

O Domo da Rocha visto da Mesquita al-Aqsa. No primeiro plano está al-kas (“a copa”), um chafariz para abluções rituais (Bonfils).

Peregrinos russos no rio Jordão

Peregrinos russos no rio Jordão. A partir do desenvolvimento da navegação a vapor, o número de peregrinos cristãos da Europa aumentou imensamente

Groto da Natividade, Igreja da Natividade

Groto da Natividade, Igreja da Natividade, Belém. Observe o policial mantendo guarda para evitar conflito entre seguidores de diferentes denominações cristãs.

Dia de Natal

Peregrinos entrando na cidade de Belém no dia de Natal (Bonfils).

Rezando no Muro das Lamentações

Mulheres judias rezando no Muro das Lamentações, Jerusalém. Durante os séculos de governo árabe e muçulmano na Palestina, judeus tinham acesso livre ao Muro das Lamentações. O acesso passou a ser um problema apenas depois da Guerra de 1948 e da consequente diáspora palestina (veja 90, 203).

Mesquita Branca

 O minarete da Mesquita Branca em Ramle, também conhecido como a Torre dos 40 Mártires. Reconstruído em 1318 d.C., ele estava situado no meio da muralha que circundava a mesquita ao norte. A mesquita por sua vez está em ruínas. 

Santa Ana

A igreja dos cruzados de Santa Ana na Cidade Antiga de Jerusalém, construída em 1140 d.C. O governador otomano deu a igreja para a França em 1856, por isso a bandeira tricolor francesa (Bonfils).

Procissão cristã ortodoxa no dia da Páscoa

Procissão cristã ortodoxa no dia da Páscoa (note as velas acesas) do Patriarcado Grego até o Santo Sepulcro na Cidade Antiga de Jerusalém, ca. 1910. 

Partida de Futebol

Uma partida de futebol no bairro palestino de Bab al-Zahirah (Porta de Herodes), do lado de fora das muralhas da Cidade Antiga ao nordeste – talvez a fotografia mais antiga de um evento esportivo em Jerusalém. Note o túmulo muçulmano no primeiro plano, à direita. 

Escola Cristã-Ortodoxa de Meninas

Funcionários e alunas da Escola Cristã-Ortodoxa de Meninas, em Beit Jala (próximo a Belém), 1906. Observe que as estudantes estão usando seus trajes tradicionais.

Escola Dusturiyyah (Constitucional)

A Escola Dusturiyyah (Constitucional), em Jerusalém, 1909, assim chamada por causa da Constituição Otomana promulgada em 1908 (veja 3, 6–7). Seu fundador e diretor, Khalil Sakakini (sentado, primeiro à esquerda), foi um respeitado ensaísta e acadêmico cristão ortodoxo palestino.

Escola Britânica Anglicana São Jorge para Meninos

A Escola Britânica Anglicana São Jorge para meninos, fundada em Jerusalém em 1899, foi uma de muitas escolas fundadas na segunda metade do século 19 por missionários europeus e americanos.

Time de Futebol do São Jorge

Time de futebol do São Jorge. Um dos feitos que mais lhes deu orgulho foi derrotar o time da Universidade Americana de Beirute no Líbano em 1909 (veja 231–232).

Biblioteca Khalidi

Um canto da Biblioteca Khalidi, Bab al-Silsilah (Porta da Corrente), Cidade Antiga de Jerusalém, ca. 1914. A biblioteca foi fundada em 1900 através da doação feita pela mãe de Haj Raghib al-Khalidi (sentado, segundo a partir da direita).

Izzat Tannous

O jogador da São Jorge à direita é Izzat Tannous, um palestino protestante que se tornou médico e representante da Palestina no Alto Comitê Árabe da Assembleia Geral das Nações Unidas (este comitê foi o órgão político palestino mais importante durante o período do Mandato Britânico; veja 242).

Ruhi al-Khalidi

Ruhi al-Khalidi (1861–1913), eleito por Jerusalém ao Parlamento Otomano em 1908 e 1912, e vice-presidente do Parlamento em 1911. No começo da carreira ele fez palestras na Sorbonne e trabalhou como cônsul-geral otomano em Bordeaux.

Faidi al-Alami

Faidi al-Alami, prefeito de Jerusalém entre 1906 e 1909, e representante da cidade no Parlamento Otomano de 1914 a 1918. Alami foi também um intelectual, e publicou uma extensa tabela de equivalência do Corão.

Arif Pasha Dajani

Arif Pasha Dajani (morto em 1930), prefeito de Jerusalém durante a Primeira Guerra. Imediatamente depois da guerra ele encabeçou a Sociedade Muçulmano-Cristã em Jerusalém.

Shaikh As'ad al-Shukairi

Shaikh As’ad al-Shukairi, eleito por Acre ao Parlamento Otomano em 1908 e 1912. Ele estudou lei religiosa islâmica, graduando-se pela Universidade Al Azhar, do Cairo.

Nicola Abdo

Nicola Abdo, administrador do Patriarcado Ortodoxo, Jerusalém. 

Khalil Jawhariyyah

Khalil Jawhariyyah era irmão de Wasif Jawhariyyah, notável conhecedor cristão ortodoxo, e proprietário de uma das extensas coleções fotográficas mais usadas neste álbum. Khalil é visto aqui com o uniforme de soldado do exército otomano durante a Primeira Guerra Mundial (veja 201).

Khalil Raad

Khalil Raad, famoso fotógrafo protestante palestino de Jerusalém, e proprietário de outra das coleções usadas neste álbum. Ele estudou fotografia em Basel, e aparece aqui em uniforme do exército otomano durante a Primeira Guerra Mundial (veja 124–136).

Sa'id al-Shawwa

Sa’id al-Shawwa, notável líder de Gaza e exportador de grãos. Depois da ocupação britânica, ele se tornou prefeito de Gaza e membro do Conselho Supremo Muçulmano – o mais alto departamento responsável por assuntos da comunidade muçulmana.

Theodore Baramki

Theodore Baramki, juiz cristão ortodoxo de Jerusalém, em traje formal otomano. 

Saba Ya'qub Sa'id

Saba Ya’qub Sa’id, advogado cristão ortodoxo e conselheiro jurídico do Patriarcado Ortodoxo na Palestina. 

George Humsi

George Humsi, advogado cristão ortodoxo e escritor, Jerusalém. 

Nazif al-Khalidi

Nazif al-Khalidi, engenheiro de Jerusalém. Ele foi um dos principais auxiliares do engenheiro-chefe alemão Meissner, que supervisou a construção da ferrovia de Hijaz, iniciada em 1900; essa ferrovia ligava Damasco a Medina.

Musa Kazim Pasha al-Husseini

Musa Kazim Pasha al-Husseini, o grande estadista da política palestina nos anos de 1920 e início de 1930. Graduado pela Maktab Mulkiye (Escola de Serviço Público) em Constantinopla, ele ocupou vários cargos importantes no Império Otomano.
Ele foi o pai de Abd al-Qadir al-Husseini, que se tornou um líder da resistência palestina durante a Grande Rebelião de 1936–39 e novamente na Guerra de 1948 (veja 253, 396, 409–411).

On Strike

O centro comercial árabe ao lado da Porta de Jaffa, Jerusalém, em greve durante os distúrbios do Buraq (Muro das Lamentações), 1929. O Muro das Lamentações faz parte da muralha oeste do complexo contendo as mesquitas do Domo da Rocha e Al-Aqsa (veja 1).

Comitê de Auxílio de Emergência

O Comitê de Auxílio de Emergência (visto aqui em sessão na sua sede em Jerusalém, 1929) foi formado durante os distúrbios de 1929 para ajudar famílias palestinas afetadas.

Delegação de Mulheres Palestinas em Frente à Casa do Alto-Comissário em Jerusalém.

Delegação de mulheres palestinas em frente à casa do alto-comissário em Jerusalém. A delegação protestava contra a severidade das medidas britânicas contra os palestinos durante os distúrbios. As mulheres de chapéu são cristãs.

Carreata da Delegação das Mulheres

A carreata da delegação das mulheres a caminho da residência do alto-comissário. 

A Comissão Shaw de Inquérito: “decepção [. . .] e medo”

Membros da Comissão Shaw de Inquérito, Jerusalém, outubro de 1929. A Comissão Shaw foi enviada a Londres para investigar as causas dos distúrbios de 1929. Sentado ao centro está Sir Walter Shaw, presidente da comissão.

Luto no Dia de Balfour (1)

Dia de Balfour, Cidade Antiga de Jerusalém, 2 de novembro de 1929. Palestinos e vários árabes lembraram os 12 anos da Declaração de Balfour (2 de novembro de 1917) com luto, indicado pelas bandeiras pretas.

Luto no Dia de Balfour (2)

Dia de Balfour, Cidade Antiga de Jerusalém, 2 de novembro de 1929. Palestinos e vários árabes lembraram os 12 anos da Declaração de Balfour (2 de novembro de 1917) com luto, indicado pelas bandeiras pretas.

Funeral do Muhammad Ali

Cortejo fúnebre de Muhammad Ali, um dos mais importantes líderes religiosos muçulmanos e intelectuais da Índia, escoltado por escoteiros-mirins, Jerusalém, 23 de janeiro de 1931. 

Funeral do King Hussein of Hijaz

O funeral do Rei Hussein de Hijaz, Jerusalém, 4 de junho de 1931. Líder da Revolta Árabe durante a Primeira Guerra Mundial (veja 8–11), ele foi o pai do Rei Faisal do Iraque (veja 88, 106) e bisavô do Rei Hussein da Jordânia.

Conferência Palestina , 1930

Uma conferência palestina convocada na véspera da partida da Quarta Delegação Palestina a Londres, março de 1930 (veja 84). A Primeira Delegação a Londres em 1921 foi seguida de outras duas em 1922.
Raghib al-Nashashibi, prefeito de Jerusalém (veja 196, 242, 352); e Alfred Roch, eminente homem de negócios cristão de Jaffa (veja 200, 242, 291).

Quarta Delegação Palestina a Londres

Membros da Quarta Delegação Palestina a Londres, abril de 1930. As mulheres na fila de trás são secretárias palestinas cristãs acompanhando a delegação. Os três homens na mesma fila são correspondentes palestinos em Londres de jornais árabes na Palestina. 

A Ascensão do Ativismo Político

ovens ativistas políticos de Nablus recém libertados da prisão (ca. 1930) agradecem o advogado Adil Zu’aiter (sentado) pelo esforço que fez por eles.

Conferência Pan-Islâmica, 1931

Conferência Pan-Islâmica, Jerusalém, dezembro de 1931.

Representantes da Turquia e Tunísia

Representantes da Turquia e Tunísia na Conferência Pan-Islâmica com Musa Kazim Pasha al-Husseini (veja 78). O primeiro à esquerda é o intelectual tunisiano Abd al-Aziz al-Tha’alibi; ao centro, o filósofo turco Rida Tawfiq.

Partido pan-árabe Istiqlal (Independência)

Membros do partido pan-árabe Istiqlal (Independência), fundado em 1932. Identificando o “imperialismo” britânico como o maior inimigo pelo seu apoio ao sionismo, o Istiqlal convocou as lideranças palestinas a resistir e acabar com a ocupação britânica (veja 102).

Cortejo Fúnebre do Rei Faisal I do Iraque

Cortejo fúnebre do Rei Faisal I do Iraque passando por Haifa, 1933. O rei morrera numa visita à Europa, e seu corpo estava a caminho do Iraque.

Manifestação Palestina Contra a Imigração Sionista em Massa, Porta Nova

Momentos após uma manifestação palestina contra a imigração sionista em massa, Porta Nova, Jerusalém, 1933. 

Demonstração de Força Aérea

Demonstração de força aérea britânica sobre as muralhas da Cidade Antiga de Jerusalém, 1933. 

Polícia de choque britânica

Polícia de choque britânica, montada e a pé, bloqueia o caminho de uma manifestação em protesto contra a imigração em massa sionista, Jaffa, 27 de outubro de 1933. 

Grupo de Manifestantes, Praça Central, Jaffa

Polícia montada britânica investe contra um grupo de manifestantes, Praça Central, Jaffa, 27 de outubro de 1933. 

Police Brutality

O homem de perfil com barba grisalha caído, no centro superior da foto, é o respeitado Musa Kazim Pasha al-Husseini (veja 78), que liderava a manifestação mostrada acima (veja 109–110). Seus ajudantes tentam protegê-lo contra as bordoadas dos oficiais da polícia britânica.

Funeral de Musa Kazim Pasha al-Husseini

Funeral de Musa Kazim Pasha al-Husseini, Porta de Damasco, Jerusalém, 27 de março de 1934. Al-Husseini morreu com 81 anos. O trauma que ele sofreu nas mãos da polícia britânica cinco meses antes em Jaffa (veja 111) acelerou a sua morte.

Primeira Operação de Guerrilha Palestina

Sheik Izz al-Din al-Qassam, de Haifa, patriota, reformista social e professor de religião. Seu trabalho e pregação foram conduzidos especialmente entre as classes mais pobres.

Monte das Oliveiras

Vista aérea do Monte das Oliveiras, em direção ao Mar Morto.  

Pomares em Jericó

Pomares em Jericó. Muitos palestinos ricos de Jerusalém tinham casa de inverno em Jericó. 

Ein Karim

Ein Karim, oeste de Jerusalém. 

Silwan

Vila e vale do Silwan, a leste das muralhas de Jerusalém, vista para o sul. Note à distância a Casa do Governador, a residência do alto-comissário britânico, no chamado Monte do Conselho do Mal (!).

Abu Ghosh

Abu Ghosh, a cerca de 14 quilômetros de Jerusalém, na estrada para Jaffa. 

Beit Sahur vista do Campo dos Pastores

Beit Sahur vista do Campo dos Pastores próximo a Belém, olhando para o leste.

Os morros de Belém

Os morros de Belém. Note o traje tradicional. 

Rio Auja

Moinhos de água no Rio Auja, próximo a Jaffa. 

Escaladas de Kolonia

Encostas escaladas vistas de Kolonia, uma vila no caminho para Jaffa a cerca de oito quilômetros de Jerusalém. 

Monastério Ortodoxo de São George

Monastério Ortodoxo de São George no Morro da Tentação em área desabitada perto de Jericó. 

Pescadores

Pescadores no Mar da Galileia

Família na vila

Família na vila de Beit Sahur, próximo a Belém. 

Grãos (1)

Grãos: dos 4.367.629 dunams plantados com grãos, os palestinos eram os donos e fazendeiros de 4.152.438 dunams. 

Grãos (2)

Grãos: dos 4.367.629 dunams plantados com grãos, os palestinos eram os donos e fazendeiros de 4.152.438 dunams. 

Grãos (3)

Grãos: dos 4.367.629 dunams plantados com grãos, os palestinos eram os donos e fazendeiros de 4.152.438 dunams. 

Grãos (4)

Grãos: dos 4.367.629 dunams plantados com grãos, os palestinos eram os donos e fazendeiros de 4.152.438 dunams. 

Bananas

Bananas: 60% da área plantada com bananas era de propriedade e cultivo dos palestinos

Vinhedos

Vinhedos: 86% das terras plantadas com vinhedos eram de propriedade e cultivo dos palestinos. 

Melões

Melões: dos 125.979 dunams com cultivo de melão, os palestinos cultivavam e eram proprietários de 120.304 dunams. 

Azeitonas

Azeitonas: de 600.133 dunams, 99% eram de propriedade e cultivo dos palestinos

Verduras

Verduras: de 279.940 dunams, 239.733 dunams eram de propriedade e cultivo dos palestinos. 

Tabaco

Tabaco: a área com cultivo de tabaco era restrita pelo governo mandatário para evitar safra excessiva. Praticamente toda a área com cultivo de tabaco era de propriedade palestina. 

Pecuária (1)

A riqueza animal do país também era majoritariamente de propriedade dos palestinos.

Pecuária (2)

A riqueza animal do país também era majoritariamente de propriedade dos palestinos.

Igreja da Natividade

Belém; a segunda torre a partir da esquerda é da Igreja da Natividade. 

Vista para o mar

Jaffa, vista para o mar. Até 1936, antes do desenvolvimento dos embarcadouros de Haifa e Tel Aviv, Jaffa tinha o maior porto da Palestina. 

Praça Central, Jaffa

Praça Central, Jaffa, logo depois da posse do Mandato Britânico. O prédio com pilares, à direita, é o Grand Serai (see 6, 393).

Quarteirão Residencial Palestino Nuzhah

Jaffa, vista para o novo quarteirão residencial palestino Nuzhah, ca. 1935. Note o contraste nos meios de transporte da foto anterior

Uma Casa, Jaffa

Interior de uma casa, Jaffa, ca. 1935.

Tiberíades (1)

Tiberíades,  vista para o sul, ca. 1935. A mesquita ao fundo, conhecida como Mesquita de Cima, foi construída no começo do século 18.

Tiberíades (2)

Tiberíades, vista para o norte em direção ao Monte Hermon, ca. 1935. 

Residência da família Taji

Residência da família Taji, em Wadi Hunayn, próximo de Ramle, ca. 1934. 

Bab al-Silsilah

A fonte em Bab al-Silsilah (Porta da Corrente), construída durante o reinado de Suleiman, o Magnífico (1520–66), Cidade Antiga de Jerusalém

Parada de táxi

Parada de táxi, Porta de Damasco, Jerusalém, ca. 1928. A Porta de Damasco e as muralhas da Cidade Antiga (veja 176) também foram construídas por Suleiman, o Magnífico.

Vista de Cidade Antiga

Vista para o lado oeste da Cidade Antiga de Jerusalém a partir do Museu Arqueológico da Palestina, ca. 1937. No meio está Bab al-Zahira (Porta de Herodes). O prédio mais à direita é a Escola Secundária Para Meninos al-Rashidiyyah. 

Vista de Jerusalem

Vista em direção noroeste do quarteirão residencial palestino em frente à Bab al-Zahirah, Jerusalém.

Sob a Neve

Cidade Antiga de Jerusalém sob a neve, com vista para o Monte das Oliveiras. 

Mesquita Jazzar

O pátio interno da Mesquita Jazzar em Acre, construída em 1781 por Ahmad al-Jazzar, que em 1799 impediu o avanço das tropas de Napoleão através da Palestina com a ajuda da esquadra naval britânica comandada por Sir Sydney Smith.

Leah's Tomb

O túmulo de Lea com tapeçaria bordada, na Mesquita de Abraão, Hebron. As palavras em árabe dizem: “Este é o túmulo da Nossa Senhora Lea; as bênçãos de Alá estejam com ela, esposa do profeta Jacó; que a paz esteja com ele” (veja 28–29, 38, 183, 207–208).

Mesquita em Beersheba

Mesquita em Beersheba; sua arquitetura é do final do período otomano. 

Grande Mesquita em Gaza

A Grande Mesquita em Gaza, originalmente uma estrutura do século 12. 

Túmulo de Nabi Daoud (o profeta David)

Santuário muçulmano e mesquita no lugar do túmulo de Nabi Daoud (o profeta David), em frente às muralhas da Cidade Antiga, Jerusalém (veja 28 et al.).

Via Dolorosa

Via Dolorosa, Quinta Estação da Cruz, no Quarteirão Muçulmano da Cidade Antiga, Jerusalém. 

Verduras

Uma banca de verduras. 

Loja de Khalil Raad

Loja de Khalil Raad, Porta de Jaffa, Jerusalém (veja 72, 124–136).

Joalheiros de Acre

Joalheiros na Cidade Antiga de Acre 

Ceramista (1)

As antigas artes do ceramista

Ceramista (2)

As antigas artes do ceramista.

Mercado de Especiarias

Suq al-Attarin (o mercado de especiarias). 

Um Casamento Cristão, Haifa,

Um casamento cristão, Haifa, 1930. O noivo é Hanna Asfour, um advogado católico palestino (veja 250, 270); a noiva, Emily Abu Fadil.

Um Casamento em Wadi Hunayn

Um casamento muçulmano em Wadi Hunayn, próximo a Ramle, 1935. O noivo, Nazif al-Khairi, um oficial do distrito; a noiva, Samiyah Taji. 

Chá Feito

O prefeito de Jerusalém, Raghib al-Nashashibi (veja 100, 242, 352), de pé no centro, em um chá feito na sua casa em homenagem ao Shaikh Abd al-Havy al-Kittani (sentado à sua direita), um líder religioso marroquino em visita a Jerusalém, 1930.

Conferência Médica Árabe

Conferência Médica Árabe (Associação Cristã de Moços–YMCA, Jerusalém, 1933), com a participação de médicos de vários países árabes. O alto-comissário britânico, Sir Arthur Wauchope (centro, primeira fila), deu início à conferência (veja 243b–243c).

Ali al-Kassar visita Jerusalém

Ali al-Kassar (frente e centro), um ator egípcio, visita amigos em Jerusalém, 1934. Sentado no primeiro lugar à direita, Fawzi al-Ghosein, de Ramle, formando em Direito pela Universidade de Cambridge, Inglaterra. 

Estação Difusora Palestina

Músicos e cantores palestinos na Estação Difusora Palestina, Jerusalém, 1936.

Fantasiados de Marajás e Maranis Indianos

Fantasiados de marajás e maranis indianos na casa de Alfred Roch e esposa, Jaffa, 1924. O anfitrião (notável palestino católico) é o primeiro à esquerda, segunda fila; de pé ao centro, na terceira fila, a anfitriã (veja 100, 242, 291).

Santo Sepulcro

Santo Sepulcro, Quinta-Feira Santa, 5 de abril de 1934, cerimônia conduzida pelo patriarca ortodoxo cristão. Sentado precariamente no andaime, Wasif Jawhariyyah (usando o tradicional chapéu fez).

Haj Amin al-Husseini

Haj Amin al-Husseini (veja 82), mufti de Jerusalém, entre dignitários religiosos cristãos, ca. 1930. À sua direita estão o patriarca grego e o bispo copta, respectivamente, e à sua esquerda, o patriarca armênio e o abade etíope.

Visita Muro das Lamentações

Judeus ortodoxos e outros com vestimentas europeias voltando de uma visita ao Muro das Lamentações, meados da década de 1930 (veja 55, 90).

Comemorando a sua Páscoa

Judeus samaritanos (ao fundo) comemorando a sua Páscoa (Pessach), Nablus, começo da década de 1930. Os samaritanos eram parte de uma pequena seita judaica com menos de 200 membros, a maioria dos quais vivia em Nablus.

Conferência de Padres Palestinos Cristãos Ortodoxos

Conferência de padres palestinos cristãos ortodoxos, Ramallah, setembro de 1932. 

Ahmad aI-Sharif al-Senussi

Ahmad al-Sharif al-Senussi (segurando um cajado) visita o Haram al-Sharif (veja 1) em Jerusalém, ca. 1923. Ele era o líder da tariqah líbia Senussi, uma fraternidade religiosa.

Comemorando Al-Nabi Musa (1)

Al-Nabi Musa (o Profeta Moisés) foi o nome dado por muçulmanos palestinos a um dos festivais religiosos mais importante do ano; o festival consistia em uma procissão a pé ou a cavalo de Jerusalém ao lugar tradicional do túmulo de Moisés, próximo a Jericó (veja 28–29, 38, 180, 183).

Comemorando Al-Nabi Musa (2)

Al-Nabi Musa (o Profeta Moisés) foi o nome dado por muçulmanos palestinos a um dos festivais religiosos mais importante do ano; o festival consistia em uma procissão a pé ou a cavalo de Jerusalém ao lugar tradicional do túmulo de Moisés, próximo a Jericó (veja 28–29, 38, 180, 183).

O Menos Valioso de Vocês É o Menos Letrado”

Funcionários e alunos da Escola Dusturiyyah (Constitucional), ca. 1919 (veja 61), uma escola particular tradicional. O fundador, Khalil Sakakini, é o primeiro à esquerda, sentado.

“O Menos Valioso de Vocês É o Menos Letrado” (2)

Colégio de Moças de Jerusalém, ca. 1920, fundado por uma missão anglicana britânica. As funcionárias estão nas duas últimas filas. A maioria das estudantes era de palestinas, tanto cristãs quanto muçulmanas. 

Funcionários da Escola Secundária do Governo para Moços

Funcionários da Escola Secundária do Governo para Moços, Jaffa, 1923. Sentado ao centro, Salim Katul, autor de uma série de livros educacionais em árabe sobre Ciências Naturais. 

O principal time de futebol da Escola Secundária do Governo para Moços

O principal time de futebol da Escola Secundária do Governo para Moços, Jaffa, 1923. Os homens usando chapéu fez são funcionários. Salim Katul (veja 211), de pé, primeiro à esquerda.

Lobinhos e Escoteiros

Lobinhos e escoteiros com equipamento para acampar (transporte incluído!), Escola Secundária do Governo para Moços, Jaffa, 1924. O terceiro à esquerda, na primeira fila, está segurando uma bolsa com a palavra árabe que significa “primeiros socorros”.

Escola de Carpintaria

Escola de carpintaria, 1924. A inscrição sobre a porta diz: “O menos valioso de vocês é o menos letrado”.

Escola Irfan (Conhecimento)

Estudantes, incluindo lobinhos, e funcionários da Escola Irfan (Conhecimento), Nablus, 1924; escola particular fundada em 1922. 

Funcionários e Alunos Graduados da Escola Najah

Funcionários e alunos graduados da Escola Najah (Sucesso), Nablus, 1924; escola particular fundada em 1918. Ela se tornou o núcleo da atual Universidade Najah na Cisjordânia. 

Escola Najah

Estudantes, incluindo escoteiros, e funcionários da Escola Najah, Nablus, 1924. 

Escola Particular Wataniyyah (Nacional)

Corpo de estudantes e funcionários da escola particular Wataniyyah (Nacional), Jerusalém, 1925. Sentado ao centro, o incansável fundador e diretor, Khalil Sakakini (veja 61, 209).

Escola Salahiyyah

Funcionários da escola particular Salahiyyah (assim chamada por causa de Saladino), Nablus, 1926. Sentado, primeiro à direita, um funcionário egípcio – um exemplo do contato cultural entre palestinos e países árabes vizinhos (veja 233, 235).

Acampamento de Escoteiros Palestinos

Bir Salim, próximo a Ramle, 1926. Sentado ao centro, terceira fila, Humphrey Bowman, diretor britânico do Departamento de Educação. 

Moças em um Jardim de Infância

“Amostra” de uma aula de jardim de infância na escola de uma missão alemã protestante, o Colégio de Meninas Schmidt, Jerusalém, 1926 (veja 241). As jovens moças na foto são todas de uma mesma família, os Tajis de Wadi Hunayn, perto de Ramle. Note a disposição simétrica dos brinquedos.

A Associação Muçulmana de Moços

Membros fundadores da AMM – a Associação Muçulmana de Moços –, espelhada na Associação Cristã de Moços, Acre, 1928. 

O Clube Esportivo de Acre

Membros do Clube Esportivo, Acre, 1928. Terceiro à direita, na segunda fila, Ahmad Shukairi (veja 69, 105), que mais tarde se tornaria o líder da OLP (Organização para a Libertação da Palestina).

Graduados de Universidades Britânicas

Estudantes palestinos em universidades britânicas celebrando o casamento de um dos seus membros, Izz al-Din al-Shawwa, Londres, 1928.

O Ápice da Educação Palestina: A Faculdade Árabe

Funcionários e estudantes da Faculdade Árabe em seu prédio antigo, Bab al-Zahirah (Porta de Herodes), Jerusalém, 1930.

O Ápice da Educação Palestina: A Faculdade Árabe (2)

Funcionários e alunos da Faculdade Árabe no seu prédio novo em Jabal al-Mukabbir, “o Monte do Glorificador”, sul de Jerusalém, 1938.

. . .E sua Base: A Escola da Vila

Do outro lado do espectro educacional estão as escolas das vilas. As duas escolas mostradas aqui são similares a outras 420 escolas de cidades pequenas que existiam na Palestina ao final do Mandato. Na foto 229, os meninos estão fazendo seu exercício matinal antes de entrarem em aula.

. . .E sua Base: A Escola da Vila (2)

Do outro lado do espectro educacional estão as escolas das vilas. As duas escolas mostradas aqui são similares a outras 420 escolas de cidades pequenas que existiam na Palestina ao final do Mandato. Na foto 229, os meninos estão fazendo seu exercício matinal antes de entrarem em aula.

Collège des Frères

Funcionários e a classe de graduados do Collège des Frères em Jerusalém, 1934. Essa escola secundária foi fundada pela Ordem Franciscana em 1875. 

Estudantes Marroquinos em Nablus

Funcionários e alunos da classe de formandos da Escola Najah (Sucesso), Nablus, 1932.

Terra Sancta

Colégio de Meninos Terra Sancta em Jerusalém, 1931; também fundado pela Ordem Franciscana (veja 230).

Professores Palestinos no Iraque

Jovens professores palestinos em estudos de graduação no Iraque, 1934. Sentado ao centro, Akram Zu’aiter, então palestrante no Colégio de Treinamento de Professores, Bagdá. Esta foto ilustra mais uma vez a interação cultural entre a Palestina e o mundo árabe (veja 220, 233).

Música em Jaffa (1)

Estudantes (236) e banda (237) da Escola Nacional Cristã Ortodoxa, Jaffa, 1938. A escola foi fundada em 1921 pela Sociedade de Bem-Estar Social Cristã Ortodoxa. 

Música em Jaffa (2)

Estudantes (236) e banda (237) da Escola Nacional Cristã Ortodoxa, Jaffa, 1938. A escola foi fundada em 1921 pela Sociedade de Bem-Estar Social Cristã Ortodoxa. 

Remando no Rio Cam

Abdurrahman Bushnaq (graduado da Faculdade Árabe em Jerusalém), remador da equipe do Colégio de Jesus (segundo à esquerda), no Rio Cam, Universidade de Cambridge, onde ele estudou Literatura Inglesa, 1935 (veja 226, no qual Bushnaq é o sexto à esquerda, terceira fila).

A Faculdade Árabe na Década de 1940 (2)

Polindo o latim. O Professor Doutor George Hourani, graduado pela Universidade de Oxford e autor de vários livros, incluindo Navegação Árabe no Oceano Índico Durante a Antiguidade e Idade Média (Princeton University Press, 1951) e Racionalismo Islâmico (Oxford: Clarendon Press, 1971).

Colégio de Meninas Schmitd, de Novo

As alunas mais velhas da escola, Jerusalém, 1947 (veja 222).

O Alto Comitê Árabe

O Alto Comitê Árabe, abrangendo representantes de todos os partidos palestinos, foi formado em 25 de abril de 1936. Um dos seus primeiros atos foi convocar greve geral e desobediência civil “que continue [. . .] até [. .

Sir Herbert Samuel

Jaffa, junho de 1920: Sir Herbert Samuel (com o capacete branco com ponta), um político britânico sionista nomeado como primeiro alto-comissário, prestes a pisar em solo palestino para inaugurar a administração civil britânica.

Revista um Dignatário Muçulmano

Jerusalém, abril de 1920. Soldados indianos no exército britânico revistam com imparcialidade um dignatário muçulmano.  

Revista um Padre Cristão

Jerusalém, abril de 1920. Soldados indianos no exército britânico revistam com imparcialidade um padre cristão.

Terceiro Congresso Nacional Palestino

Terceiro Congresso Nacional Palestino, Haifa, 14 de dezembro de 1920. Os participantes do congresso representavam as principais cidades palestinas e seus distritos.
O terceiro à direita, na última fila, é o futuro líder palestino Haj Amin al-Husseini (veja 88, 100, 202, 290) poucos meses antes de se tornar mufti (intérprete da lei religiosa) de Jerusalém em maio de 1921.

Quarto Congresso Nacional Palestino

O Quarto Congresso Nacional Palestino, Jerusalém, 25 de maio de 1921 (veja 87, 89).

Primeira Delegação Palestina ao Reino Unido

Primeira Delegação Palestina ao Reino Unido numa sessão de trabalho em Londres, 1921. Dois dos seis membros da delegação (primeiro e quarto da esquerda) eram palestinos cristãos. A delegação foi eleita pelo Quarto Congresso Nacional Palestino (veja 83).

Primeira Delegação ao Vaticano

A Primeira Delegação ao Vaticano a caminho de Londres.

Primeira Delegação em Genebra

A Primeira Delegação em Genebra a participar da Conferência Sírio-Palestina, agendada para coincidir com a reunião da Liga das Nações para discutir a proposta do sistema de Mandato.

Quinto Congresso Nacional Palestino, Nablus

O Quinto Congresso Nacional Palestino, Nablus, agosto de 1922 (veja 68, 82–83, 89).

Sexto Congresso Nacional Palestino, Jaffa

O Sexto Congresso Nacional Palestino, Jaffa, outubro de 1925 (veja 68, 82–83, 87).

O Alto Comitê Árabe

O Alto Comitê Árabe, abrangendo representantes de todos os partidos palestinos, foi formado em 25 de abril de 1936. Um dos seus primeiros atos foi convocar greve geral e desobediência civil “que continue [. . .] até [. .

Um Pacto

Residentes de Abu Ghosh, uma vila a oeste de Jerusalém (veja 118), firmando um pacto com o Alto Comitê Árabe, abril de 1936.

Buscas (1)

Tropas britânicas com capacete de aço revistam um palestino em Jaffa.

Buscas (2)

Em Jerusalém (245) fazem uma inspeção sob um chapéu fez, por via das dúvidas! 

Buscas (3)

Um cão policial da África do Sul (246) vem ajudar um britânico. Esta última foto e seus detalhes foram extraídos da revista semanal Illustrated London News, junho de 1936. 

Tempo Passa

Presos em campo de detenção se ocupam enquanto o tempo passa.

Detenção

Padre cristão ortodoxo é preso com dignitários religiosos muçulmanos em um campo de detenção. De pernas cruzadas no chão, o cristão ortodoxo Michel Mitri, líder do Sindicato dos Trabalhadores de Jaffa, também detido.

Recebendo os Guerrilheiros

Moradores da vila recebendo os guerrilheiros a cavalo, verão de 1936. 

Sabotagem

Um trem é descarrilhado pelos guerrilheiros, verão de 1936. 

Abd al-Qadir al-Husseini

Abd al-Qadir al-Husseini (centro) com ajudantes. Abd al-Qadir, graduado pela Universidade Americana de Beirute em Química, e filho de Musa Kazim Pasha al-Husseini (veja 78, 84–86, 100–101, 104, 111–112), era o comandante de guerrilha do distrito de Jerusalém.

Abd al-Halim al-Julani

Abd al-Halim al-Julani, segundo à direita, comandante de guerrilha no distrito de Hebron. Ao fundo, a bandeira palestina. 

Hamad Zawata

Hamad Zawata, comandante de guerrilha no distrito de Nablus. 

A Palestina e o Petróleo

O oleoduto do Iraque a Haifa sabotado por guerrilheiros, verão de 1936. Esse foi talvez o primeiro exemplo das implicações do problema palestino ao fluxo de petróleo para o Ocidente.

Fecham a Cidade Antiga de Jaffa

Os britânicos fecham a Cidade Antiga de Jaffa antes de começar a demolição. 

Voluntários de Países Árabes

Em 25 de agosto de 1936 Fawzi al-Qawukji (terceiro à direita) conseguiu entrar na Palestina encabeçando um grupo de 150 voluntários de países árabes vizinhos. Libanês de nascença, Qawukji foi uma espécie de Garibaldi na percepção popular árabe.

Qawukji Organizou a Guerrilha Palestina

Qawukji organizou a guerrilha palestina do centro do país, e conduziu seu grupo através de várias batalhas acirradas com forças britânicas nas quais estes usaram aviões, tanques e artilharia pesada. Aqui ele é visto saudando os guerrilheiros enquanto a coluna passa em marcha, setembro de 1936.

A Comissão Peel e a Partilha

Os membros da Comissão Real Palestina chegaram à Palestina em novembro de 1936. Lorde Peel, o terceiro à esquerda, é o chefe da comissão.

Reforços Britânicos (1)

Carros blindados da Força Aérea Real (266) e base militar perto da Igreja da Natividade em Belém (267). Com o começo de uma nova rebelião palestina em consequência da proposta de partilha da Comissão Real, os britânicos se apressaram em mandar reforço militar ao país. 

Reforços Britânicos (2)

Carros blindados da Força Aérea Real (266) e base militar perto da Igreja da Natividade em Belém (267). Com o começo de uma nova rebelião palestina em consequência da proposta de partilha da Comissão Real, os britânicos se apressaram em mandar reforço militar ao país. 

Destruindo a Infraestrutura Política Palestina

Em 1º de outubro de 1937 o Alto Comitê Árabe (veja 242) foi dissolvido. Quatro de seus membros foram exilados para as Ilhas Seychelles, no Oceano Índico: Dr.

Lei Marcial

Em 11 de novembro de 1937 foram estabelecidos tribunais militares para crimes que incluíam o porte de arma, o que passou a ser passível de pena de morte. Sob a nova lei, os britânicos executaram 112 palestinos por enforcamento entre 1937 e 1939.

Lewis

Note a única metralhadora (Lewis) no chão. 

Abd aI-Rahim al-Haj Muhammad

Carro blindado britânico e filial do banco britânico Barclays são alvos de ataque. 

Selo da Guerrilha

O selo da guerrilha, 1938, mostrando a Igreja do Santo Sepulcro e a Mesquita do Domo da Rocha. 

Solidariedade

Coleta de contribuições para famílias palestinas em necessidade, Porta de Jaffa, Jerusalém. Note o Hotel Fast à esquerda. 

Mais Reforços Britânicos

Reforços britânicos maciços foram enviados para lutar contra os palestinos em 1938–39. Alguns dos principais oficiais britânicos da Segunda Guerra Mundial foram comandantes na Palestina nessa época, incluindo os generais J. G. Dill e A. P. Wavell, o então brigadeiro B. L.

Armando um Lado e Desarmando o Outro

Treinamento de tiro ao alvo sob supervisão britânica no assentamento judaico de Ein Geb, 1938. As autoridades britânicas sistematicamente desarmaram a população palestina, enquanto aumentavam o poderio militar dos judeus.

Esquadrão Noturno Especial

O ENE (Esquadrão Noturno Especial), composto de britânicos e judeus, foi organizado pelos britânicos em 1938–39 para fazer incursões de ataque-e-fuga em vilas palestinas.

Polícia britânica e patrulha armada revistam palestinos

Polícia britânica e patrulha armada revistam palestinos na Cidade Antiga de Jerusalém, ca. 1936. 

Detenção Coletiva

Detenção coletiva na Bab al-Zahirah (Porta de Herodes), Jerusalém, setembro de 1938. Os britânicos prenderam 816 palestinos em campos de detenção em 1937, e 2.463 em 1938. Em 1939 eles detiveram 5.679 palestinos5 de uma população total palestina de aproximadamente um milhão.

Punições Brutais Britânicos

Uma das punições favoritas dos britânicos era explodir a casa de “suspeitos” e das suas famílias. Aqui, ruínas da casa de um “suspeito” em Jenim, setembro de 1938 (veja 257–262).

Tropas Britânicas Ocupam a Faculdade Árabe, Jerusalém

Outra punição preferida era a técnica de transtornos e ocupação de instituições educacionais palestinas por tropas britânicas. Nesta foto, tropas britânicas ocupam a Faculdade Árabe, Jerusalém, verão de 1938 (veja 226–227, 239–240).

Ataque da Cidade Antiga

Um destacamento de avanço das tropas britânicas em direção ao ataque, pouco antes da recaptura da Cidade Antiga. 

De Volta ao Comando

De volta ao comando, os britânicos permitem que os habitantes da Cidade Antiga façam fila para conseguir água

Uma Festa do Exilados nas Seychelles

Em dezembro de 1938 os exilados nas Seychelles (veja 268–269) foram libertados, mas por vários anos não lhes foi permitido voltar à Palestina. Aqui eles são vistos em uma festa em sua homenagem no Cairo, pouco depois da sua libertação.

Governo Britânico e Conferência de Londres, 1939

O governo britânico, temendo o impacto de sua política de repressão aos palestinos em áreas de interesse britânico no Oriente Médio com a aproximação da Segunda Guerra, e surpreso com a resistência palestina, convocou uma conferência a ser realizada em Londres em fevereiro de 1939 para discutir a qu

A Conferência de Londres e o Relatório de 1939

Conferência de Londres, Palácio de St. James, fevereiro de 1939: reunião entre representantes britânicos e árabes.
Dos dois lados da delegação palestina estão os representantes árabes. Em frente aos palestinos estão os britânicos, com Sir Neville Chamberlain, primeiro-ministro, presidindo a sessão.
Após a Conferência de Londres, o governo britânico publicou o relatório (conhecido como relatório branco, uma declaração de intenções políticas) no qual ele prometia proteger os direitos de propriedade dos palestinos em várias áreas do país contra a aquisição das terras pelos sionistas, e solicitar

Os Palestinos Lutam Contra o Eixo

Apesar da amargura com a brutalidade da Grã-Bretanha ao suprimir a sua rebelião, cerca de nove mil palestinos se ofereceram como voluntários durante a Segunda Guerra Mundial para servir às forças britânicas contra os países do Eixo.

A Gangue Stern Assassina o Lorde Moyne

O Lorde Walter Moyne (1880–1944), amigo íntimo de Winston Churchill, secretário colonial britânico em 1941–42, e depois ministro residente no Oriente Médio.

O Irgun e a Transjordânia

Cartaz do Irgun Zvai Leumi (Organização Militar Nacional), mais conhecido como Irgun, que começou sua campanha terrorista contra os palestinos em setembro de 1937, e do qual mais tarde surgiu a Gangue Stern. As letras em hebraico dentro do quadrado significam “a única solução”.

Menachem Begin e Vladimir Jabotinsky

Menachem Begin, futuro primeiro-ministro, fazendo um discurso após a fundação de Israel. Note a similaridade entre o pôster mostrado aqui e aquele na fotografia anterior; as palavras em hebraico significam “pátria e liberdade”.

A Colonização Estratégica Sionista (1)

Cerca de 300 colônias rurais sionistas, coletivas e não-coletivas, foram criadas entre 1882 e 1948 na Palestina. Durante esse período, no entanto, a grande maioria da população judaica (75% em 1948) continuava morando nas três principais cidades: Jerusalém, Haifa e Tel Aviv.

A Colonização Estratégica Sionista (2)

Cerca de 300 colônias rurais sionistas, coletivas e não-coletivas, foram criadas entre 1882 e 1948 na Palestina. Durante esse período, no entanto, a grande maioria da população judaica (75% em 1948) continuava morando nas três principais cidades: Jerusalém, Haifa e Tel Aviv.

A Colonização Estratégica Sionista (3)

Cerca de 300 colônias rurais sionistas, coletivas e não-coletivas, foram criadas entre 1882 e 1948 na Palestina. Durante esse período, no entanto, a grande maioria da população judaica (75% em 1948) continuava morando nas três principais cidades: Jerusalém, Haifa e Tel Aviv.

Imigração Ilegal (1)

Ao final da Segunda Guerra Mundial, a liderança sionista decidiu sabotar o regime britânico na Palestina como um prelúdio à criação do Estado judeu.

Imigração Ilegal (2)

Ao final da Segunda Guerra Mundial, a liderança sionista decidiu sabotar o regime britânico na Palestina como um prelúdio à criação do Estado judeu.

O Hotel King David (1)

Outra tática usada pelos líderes sionistas era o terrorismo. Em 22 de julho de 1946 Menachem Begin, então chefe do Irgun (veja 294), ordenou a explosão da ala sul do Hotel King David em Jerusalém, que abrigava os escritórios centrais da administração civil.

O Hotel King David (2)

Outra tática usada pelos líderes sionistas era o terrorismo. Em 22 de julho de 1946 Menachem Begin, então chefe do Irgun (veja 294), ordenou a explosão da ala sul do Hotel King David em Jerusalém, que abrigava os escritórios centrais da administração civil.

Esconderijo de Armas nas Colônias Sionistas (1)

Muitas das colônias sionistas (veja 296–298) tinham esconderijo de armas entre os cidadãos comuns e sob instalações ostensivamente civis. Estas fotos registram o resultado bem-sucedido de um raro e breve esforço dos britânicos no verão de 1946 em desenterrar algumas dessas armas.

Esconderijo de Armas nas Colônias Sionistas (2)

Muitas das colônias sionistas (veja 296–298) tinham esconderijo de armas entre os cidadãos comuns e sob instalações ostensivamente civis. Estas fotos registram o resultado bem-sucedido de um raro e breve esforço dos britânicos no verão de 1946 em desenterrar algumas dessas armas.

A Liga Árabe Faz Advertências

Reunião do Comitê Político da Liga Árabe em Bludan, na Síria, junho de 1946. O comitê manifestou sua preocupação com o aumento do terrorismo sionista na Palestina, e protestou contra o crescente apoio americano ao sionismo. 

A Estação de Trem de Haifa

Estação de trem de Haifa bombardeada por terroristas sionistas, outono de 1946. 

O Irgun captura reféns

O sequestro e às vezes até a morte de reféns foram duas práticas terroristas introduzidas pelo Irgun sob Menachem Begin. Esta foto mostra os corpos de dois sargentos do exército britânico, Clifford Martin (esquerda) e Mervyn Paice.

O Haganah Começa Sua Ofensiva

Casa da fazenda da família Abu Laban, prósperos plantadores de laranja, próximo a Petah Tikva. Em 15 de agosto de 1947 a casa foi atacada e bombardeada pelo Haganah, a organização militar sionista oficial. Doze ocupantes da casa foram mortos, incluindo a mãe e seis filhos.

Acre

Acre, olhando-se ao sul para a Cidade Antiga e os novos subúrbios. Ao final do Mandato, a população total de Acre era de cerca de 12.360, dos quais aproximadamente 50 eram judeus e o resto, palestinos. Forças sionistas capturaram a cidade em 17 de maio de 1948 (veja 416–417).

A cidade de Safed no norte da Galileia

A cidade de Safed no norte da Galileia; os objetos redondos ao fundo são rolos de feno secando ao sol (eles eram colocados sob as panelas pra evitar que elas entrassem em contato direto com o fogo).

Casas e plantações de Ramallah

Casas e plantações de Ramallah. Ao final do Mandato a população total de Ramallah era de cerca de cinco mil pessoas, todas palestinas, a maioria cristã. Ramallah foi capturada por Israel durante a Guerra de 1967.

Nablus

A população de Nablus (cerca de 23 mil ao final do Mandato) era totalmente palestina. A cidade foi capturada por Israel em 1967.

Hebron, vista de uma varanda

Hebron, vista de uma varanda. A população de Hebron (cerca de 25 mil ao final do Mandato) era inteiramente palestina. A cidade foi capturada por Israel em 1967. 

Gaza, vista de Jabal Muntar

Gaza, vista de Jabal Muntar, 1943. A população de Gaza (cerca de 34 mil ao final do Mandato) era inteiramente palestina. A cidade foi capturada por Israel em 1956, e novamente em 1967.

Beit Jala, vista aérea

Beit Jala, próximo a Belém, vista aérea. Ao final do Mandato sua população era de aproximadamente quatro mil, quase todos cristãos palestinos. A vila foi capturada por Israel em 1967.

As firmes muralhas do mar de Acre

As firmes muralhas do mar de Acre, originalmente construídas no século 9 d.C.

O hospital particular Dajani, Jaffa

O hospital particular Dajani, Jaffa, construído em 1933. 

Jaffa em meados de 1940

Jaffa em meados de 1940. Ao final do Mandato, a população de Jaffa era de cerca de 100 mil, dos quais aproximadamente 30% eram judeus e o resto, palestinos. Forças sionistas capturaram a cidade em 10 de maio de 1948 (veja 412–415).

A Escola de Meninos Amigos, Ramallah

A Escola de Meninos Amigos, Ramallah, começo da década de 1940.

Uma casa em Ramallah

Arquitetura local característica: uma casa em Ramallah. 

Interior da Mesquita Al-Aqsa

Colunas do interior da Mesquita Al-Aqsa. Note os vitrais. 

O Mihrab

O mihrab (nicho apontando para a direção de Meca) e o minbar (púlpito) da Mesquita de Al-Aqsa.  

Rua de Jerusalém

Rua de Jerusalém, ao lado da Porta de Jaffa, início da década de 1940. 

O prédio Tannous

O prédio Tannous (de propriedade de uma família palestina protestante), Jerusalém Oeste, onde grande parte das propriedades era de posse palestina, começo da década de 1940.

Uma casa de Talbiyya, West Jerusalem

Uma casa no quarteirão residencial palestino de Talbiyya, Jerusalém Oeste, começo da década de 1940. 

Arquitetura Urbana Palestina (1)

Exemplos da arquitetura urbana palestina, Jerusalém, começo da década de 1940. 

Arquitetura Urbana Palestina(2)

Exemplos da arquitetura urbana palestina, Jerusalém, começo da década de 1940. 

Arquitetura Urbana Palestina (3)

Exemplos da arquitetura urbana palestina, Jerusalém, começo da década de 1940. 

A Feira Árabe em Jerusalém

A Feira Árabe na primeira vez em que foi realizada em Jerusalém, 1933.

 

Sabão na fábrica Hassan Shak’ah

Embalando sabão na fábrica Hassan Shak’ah, Nablus, cerca de 1940. 

Fósforos

Fábrica de fósforos, Nablus, 1940.

Tabaco Tatli-Sert

Fardos de tabaco Tatli-Sert em estoque, Nazaré, ca. 1940. 

Faidi al-Alami com sua esposa e filho Musa

Faidi al-Alami com sua esposa e filho Musa, Jerusalém, 1919 (veja 67). Musa conseguiu um diploma em Direito pela Universidade de Cambridge.

O Reverendo Salih Saba e família

O Reverendo Salih Saba e família, Jerusalém, ca. 1922. Fuad Saba (primeiro à esquerda de pé) foi o primeiro auditor palestino licenciado a trabalhar sob o Mandato Britânico. Em 1948 a Companhia F. Saba tinha filiais na Transjordânia, Síria, Líbano, Iraque e Egito.

Diretores de escola

Diretores de escola, Jaffa, ca. 1923. Sentado, Thabit al-Khalidi, autor de um livro educacional de química, que se tornou embaixador da Jordânia nas Nações Unidas e mais tarde no Irã.

Família Muçulmana

Uma proeminente família muçulmana, Jaffa, meados de 1920. 

Guarda do Consulado dos Estados Unidos em Jerusalém

Guarda do Consulado dos Estados Unidos em Jerusalém com o uniforme tradicional de qawwas (“guarda consular”).

Dr. Daoud Bulos com sua familia

Dr. Daoud Bulos, médico protestante, com sua esposa Adla e filho Nasib (que depois se tornou advogado), Acre, 1923. 

Akram Zu'aiter e Ahmad Shukairi

Os dois jovens na fila da frente são, à esquerda, Akram Zu’aiter (veja 233, 235) e à direita, Ahmad Shukairi (veja 69, 105, 224).

Hashim al-Jayyusi

Hashim al-Jayyusi (1901–81), prefeito de Tulkarem de 1939 a 1948 (veja 376). Depois, ele atuou seis vezes como ministro das finanças da Jordânia e primeiro-ministro interino e vice-líder do Senado na Jordânia.

Moradores de Deir Yassin

Moradores de Deir Yassin, 1927. O construtor Haj Ahmad al-As’ad com seu filho Muhammad, sua esposa (com a mão no seu ombro), e um parente (veja 411).

Raghib al-Nashashibi

Raghib al-Nashashibi (veja 100, 196, 242), uma figura pública notável durante o Império Otomano, o Mandato Britânico e a administração jordaniana.

Faridah Dumyan

Faridah Dumyan, Haifa, 1931. 

Sra. Tawfiq Bisisu com seus filhos

Sra. Tawfiq Bisisu com seus filhos, em Gaza, 1933. Segurando uma revista com um certo orgulho, Mu’in, futuro poeta e dramaturgo pessoalmente associado à Organização para a Libertação da Palestina (OLP). 

Ibrahim Tuqan

Poeta palestino laureado, Ibrahim Tuqan, formado pela Universidade Americana de Beirute, Nablus, 1934. De 1936 a 1941 Tuqan foi responsável pela seção árabe da Estação de Radiodifusão Palestina. 

Três Colegas

Três colegas, Haifa, 1934. 

Khalil Baydas

Khalil Baydas, de Nazaré (1874–1949), intelectual russo e pioneiro do romance moderno palestino. Já em 1898 ele tinha traduzido obras de Tolstói e Pushkin em árabe. Khalil foi o pai de Yusuf Baydas, um banqueiro palestino. 

Adil Zu'aiter

Adil Zu’aiter (veja 102), com seus dois filhos, Wa’il (no seu colo) e Umar, Nablus, 1935. Umar se tornou um oficial de artilharia no Kuait. Enquanto representante da OLP em Roma, Wa’il foi assassinado por agentes da inteligência israelense em 1972.

Hasan Sidqi al-Dajani

Hasan Sidqi al-Dajani, um jornalista de Jerusalém, advogado e político. Como conselheiro jurídico do Sindicato de Motoristas Palestinos, ele organizou a greve do setor de transporte em 1936 no começo da Grande Rebelião (veja 242 ff).

Muna Asfour

Muna Asfour, posteriormente casada com o arquiteto Bahij Saba (agora cidadão americano), Haifa, 1937. 

Visita ao Mar Morto,

Charlotte Jallad (centro), de Jaffa, com amigos em visita ao Mar Morto, 1937. 

Grupo de Estudantes Palestinos na Universidade Americana de Beirute

Grupo de estudantes de Ciência predominantemente palestinos na Universidade Americana de Beirute, 1937. 

Asma Tubi e Safiyyah Riyahi

Escritora palestina Asma Tubi, de Nazaré (no braço da cadeira), e Safiyyah Riyahi, de Jaffa (sentada), que se tornou uma palestrante em árabe na Faculdade de Beirute para Mulheres; 1938.

George Antonius

Depois de se graduar pela Universidade de Cambridge, George Antonius (1891–1942) começou sua carreira no serviço público, primeiro no Departamento de Educação e depois no Secretariado (o Executivo Mandatário Britânico).

Encontro é desconhecida

Com exceção de três senhores (o segundo, o terceiro e o quarto da esquerda para a direita de pé na primeira fila), todos os outros são cristãos palestinos representando diferentes idades e profissões.

A razão desse encontro é desconhecida; o lugar é Nablus; a data, cerca de 1925. 

Pastores e um diretor de escola

Pastores e um diretor de escola, com seus respectivos rebanhos, se cruzam pelo caminho na Igreja de Todas as Nações, Gethsemane. 

A “banda oriental” (takht) da Estação de Radiodifusão Palestina

A “banda oriental” (takht) da Estação de Radiodifusão Palestina, entretendo convidados em uma festa privada, Jerusalém, 1940.  

Escola Governamental de Meninas

Guias da Escola Governamental de Meninas em Nazaré, 1940. 

Dançando no ginásio

Dançando no ginásio, Escola de Meninas de Jerusalém, começo dos anos 1940. 

O Mercador de Veneza na Ramallah

Atores de O Mercador de Veneza na Escola de Meninos Amigos, Ramallah, ca. 1941. Sa’id Abu Hamdeh, que depois se tornou um fotógrafo, é o primeiro à direita. 

A Sociedade Inglesa de Debate da Escola Najah

A Sociedade Inglesa de Debate da Escola Najah (Sucesso), Nablus, 1942. Issam Abbasi (de pé, segundo à direita) se tornou poeta e romancista assim como colaborador literário do Al-Ittihad, um jornal de Haifa. 

Ruth Raad

Ruth Raad, filha do fotógrafo Khalil Raad, com traje tradicional de Ramallah, ca. 1943 (veja 72, 124–136, 186).

Moghannam Moghannam

Moghannam Moghannam, um advogado protestante de Ramallah educado nos Estados Unidos, na sala “oriental” da sua casa, ca. 1944. Ele foi secretário do Sétimo Congresso Nacional Palestino (veja 82), e depois secretário-geral do Partido da Defesa (com referência a sua esposa, veja 93).

Tropas da Força Jordaniana de Fronteira

Tropas da Força Jordaniana de Fronteira, recrutados principalmente entre palestinos, se preparam para ir a Londres participar das comemorações da vitória ao fim da Segunda Guerra. Os britânicos desmantelaram a força (com cerca de 2.500 soldados) vários meses antes do final do Mandato (veja 256).

Quarta Conferência de Prefeitos Árabes da Palestina

Quarta Conferência de Prefeitos Árabes da Palestina, Gaza, 1945. Na fila da frente, da esquerda para a direita, Hashim al-Jayyusi (veja 350), Rushdi al-Shawwa (Gaza), Omar Bitar (Jaffa), Shaikh Mustafa al-Khairi (Ramle) e Suleiman Tuqan (Nablus).

Dando banho no seu filho

Aliyyah al-Khairi dando banho no seu filho Fawwaz (que se tornou piloto de companhia aérea), em Wadi Hunayn, próximo a Ramle, 1945. 

Líderes da comunidade protestante árabe na Palestina

Líderes da comunidade protestante árabe na Palestina, 1946. O Reverendo Butrus Nasir de Bir Zeit, é o terceiro à esquerda, sentado.

Wajidah Taji

Wajidah Taji, em Wadi Hunayn, próximo a Ramle, 1946. Wajidah se tornou o principal assessor de Musa al-Alami (veja 343) na Fazenda de Meninos em Jericó, administrada pela Sociedade Árabe de Desenvolvimento.

Mayor Shaikh Muhammad Ali al-Ja'bari

Dignitários muçulmanos reunidos no jardim da Mesquita Ibrahim (Abraão), Hebron, 1947 (veja 180). À direita, Sheikh Muhammad Ali al-Ja’bari, prefeito de Hebron.

George Shibr

O Conselho Executivo e outros membros da Associação Árabe de Arquitetos e Engenheiros de Jerusalém na Igreja da Natividade, Belém, 1947.

Dr. Nimr Tuqan

Dr. Nimr Tuqan, patologista e brilhante mímico de Nablus, com enfermeiras no Hospital Governamental de Haifa, 1947. Irmão de Ibrahim Tuqan (veja 355), ele se tornou o patologista- chefe do Hospital da Universidade Americana de Beirute.

Faculdade de Treinamento de Professoras

Recital de canções na Faculdade de Treinamento de Professoras, Jerusalém, primavera de 1947. 

Faculdade de Moças Schmidt

Alunas de internato da Faculdade de Moças Schmidt, nos pomares de laranja de Jericó, 1947. 

Retrato de casamento, Beit Jala

Retrato de casamento do Dr. Jabra al-A’raj e sua noiva, Lydia, Beit Jala, ca. 1947. 

Anton Attallah

Anton Attallah, juiz nas cortes distritais de Jerusalém e Haifa (1939–43), vice-prefeito de Jerusalém (1944–46) e ministro de Assuntos Estrangeiros na Jordânia (1963–67). 

Os Britânicos Aprisionados

Arame farpado e outros tipos de barreiras são colocados em volta do complexo administrativo britânico (à esquerda) no centro de Jerusalém para proteção contra atos de terrorismo de grupos sionistas, outono de 1947. 

A Importação de uma Indústria Militar

Já em 1945, David Ben-Gurion (então presidente do Executivo da Agência Judaica) organizou uma visita aos Estados Unidos para a compra de toda a produção de algumas fábricas militares, que estavam vendendo seus armamentos nominalmente como sucata ao final da Segunda Guerra.

A Partilha das Nações Unidas

Em 29 de novembro de 1947 a resolução recomendando a partilha da Palestina em um Estado judeu e um Estado palestino foi praticamente imposta pelos Estados Unidos durante a Assembleia Geral da ONU. Ela foi recebida com choque e consternação pelo mundo árabe e pelos muçulmanos.

A Recomendação de Partilha da ONU Precipitou uma Guerra Civil

A recomendação de partilha da ONU (resoluções da Assembleia Geral da ONU não são obrigatórias) precipitou uma série de conflitos entre judeus e palestinos.

Terrorismo Sionista

Uma bomba lançada de um táxi a um ônibus na área residencial palestina ao lado da Porta de Herodes, Jerusalém, 20 de dezembro de 1947, matou 17 civis palestinos. Os culpados eram membros do Irgun (veja 294–295).

Vítima do Zionisma

Policial palestino carregando uma criança vítima do incidente mostrado na foto 391.

Ruínas do Grand Serai

Ruínas do Grand Serai, Jaffa (veja 6, 164). Um caminhão cheio de explosivos escondidos debaixo de laranjas foi estacionado na entrada do prédio no dia 4 de janeiro de 1948 por membros da Gangue Stern (veja 293). A explosão resultante destruiu o prédio e matou 26 civis palestinos.

Ruínas do Hotel Semiramis

Ruínas do Hotel Semiramis, localizado no bairro residencial palestino de Bak’a em Jerusalém Oeste. Em 5 de janeiro de 1948 (um dia depois do incidente registrado na foto 393) membros do Haganah explodiram o hotel, matando 21 hóspedes incluindo mulheres e crianças (veja 308).

Se Protegem dos Franco-Atiradores

Civis palestinos (e policiais britânicos) se protegem dos franco-atiradores, Jerusalém, fevereiro de 1948. 

Resistência Palestina e Retaliação

No começo de janeiro de 1948 Abd al-Qadir al-Husseini (veja 78, 253, 409–411) retornou à Palestina depois de dez anos de exílio, e começou a organizar a resistência contra a partilha forçada da Palestina.

Explosão 'Palestine Post'

Adotando as táticas introduzidas pelos terroristas sionistas, a resistência palestina retaliou com carros-bombas contra alvos judeus: (400) uma explosão nos escritórios do jornal Palestine Post em Jerusalém matou 20 civis judeus em 1º de fevereiro 1948

Explosão na Rua Ben Yehuda

57 civis judeus morreram numa explosão na rua Ben Yehuda em Jerusalém no dia 22 de fevereiro de 1948

Sede da Agência Judaica

Adotando as táticas introduzidas pelos terroristas sionistas, a resistência palestina retaliou com carros-bombas contra alvos judeus: 12 civis judeus morreram na sede da Agência Judaica em Jerusalém em 11 de março de 1948. 

Fawzi al-Qawukji

Ambos os lados recebem voluntários do exterior. Os sionistas tinham duas organizações formadas para recrutar tais voluntários: Gahal e Mahal. A Gahal treinou cerca de 20 mil voluntários em vários países europeus e os transportou para a Palestina.

Soldados Irregulares do ELA

Ambos os lados recebem voluntários do exterior. Os sionistas tinham duas organizações formadas para recrutar tais voluntários: Gahal e Mahal. A Gahal treinou cerca de 20 mil voluntários em vários países europeus e os transportou para a Palestina.

A Luta Pelas Estradas (1)

Fotos 405, 406 e 407, tiradas no distrito de Jerusalém na primavera de 1948, mostram um veículo blindado para o transporte de tropas, seguido de um outro veículo e um ônibus, ambos blindados.

A Luta Pelas Estradas (2)

Fotos 405, 406 e 407, tiradas no distrito de Jerusalém na primavera de 1948, mostram um veículo blindado para o transporte de tropas, seguido de um outro veículo e um ônibus, ambos blindados.

A Luta Pelas Estradas (3)

Fotos 405, 406 e 407, tiradas no distrito de Jerusalém na primavera de 1948, mostram um veículo blindado para o transporte de tropas, seguido de um outro veículo e um ônibus, ambos blindados.

Emboscada de Hebron

Na foto 408, soldados irregulares palestinos se preparam para armar uma emboscada, distrito de Hebron, primavera de 1948. 

Castel Contra-ataque

Na noite de 7 para 8 de abril, sob o comando de Abd al-Qadir al-Husseini (veja 253, 396), soldados irregulares palestinos contra-atacaram os membros do Haganah que ocupavam Castel. Aqui os palestinos são vistos a caminho do contra-ataque.

Recuperaram Castel

Em 8 de abril os palestinos recuperaram Castel, mas Abd al-Qadir foi morto enquanto liderava seus soldados. Esta foto é do seu funeral em 9 de abril na Mesquita do Domo da Rocha em Jerusalém (para o funeral do seu pai, Musa Kazim Pasha al-Husseini, veja 111–112).

Deir Yassin

Enquanto o Haganah lutava para recapturar Castel em 9 de abril de 1948, 80 homens do Irgun, sob as ordens de Menachem Begin, atacaram o vilarejo de Deir Yassin (mostrado aqui), nos arredores a oeste de Jerusalém, cerca de cinco quilômetros a leste de Castel e próximo do bairro judeu de Givat Sha

No total, cerca de 200 vilas palestinas foram atacadas e capturadas pelas forças sionistas até o final do Mandato, em 15 de maio de 1948. Muitos dos moradores sofreram ferimentos ou morreram, e todos foram expulsos ou fugiram amendrontados de suas casas. 

Manshiyeh Área

Ruínas do bairro de Manshiyeh. 

Irgun Terrorismo

Membros do Irgun passam por buracos feitos nas casas palestinas. 

Fugir Jaffa

Sem uma organização militar apropriada nem defesa civil, a moral da população palestina desabou sob o peso das ofensivas do Haganah e Irgun. Aqui, mulheres e crianças tentam salvar o que podem antes de fugir da cidade.  

Mar Adentro

Palestinos são empurrados para o mar, Porto de Jaffa, final de abril de 1948. Com as saídas terrestres bloqueadas pelo Haganah, dezenas de milhares de moradores de Jaffa e vizinhanças escapam de barco para Gaza e o Egito; vários morrem afogados.

Capturando Acre

Forças do Haganah capturando Acre, cerca de 16 de maio de 1948. A cidade de Acre também fica do lado de fora das fronteiras do Estado judeu previsto na recomendação de partilha da ONU. 

Captura Acre

Moradores civis de Acre sendo conduzidos como gado para a prisão depois da captura da cidade, 17 de maio de 1948. 

Ruínas

Ruínas de Sumeiriya, vila vizinha ao norte de Acre, ilustrando o destino de quase 400 vilas palestinas ao final de 1948.

Haganah em Jerusalem

Uma coluna militar do Haganah chega a Jerusalém de Tel Aviv, abril de 1948, dando seguimento ao Plano Dalet (veja 409–411).

Combate Noturno

Combate noturno em Jerusalém, começo de maio, 1948. 

Cenas de Devastação (1)

Cenas de devastação nas áreas residenciais palestinas em Jerusalém Leste, abril e começo de maio, 1948: uma casa do bairro de Sa’ad-Sa’id em ruínas

Cenas de Devastação (2)

Cenas de devastação nas áreas residenciais palestinas em Jerusalém Leste, abril e começo de maio, 1948:  escombros no bairro de Musrara

Cenas de Devastação (3)

Cenas de devastação nas áreas residenciais palestinas em Jerusalém Leste, abril e começo de maio, 1948: escombros do centro comercial em frente à Porta de Jaffa.

Conde Bernadotte

No dia 13 de maio de 1948, o Conde Bernadotte, membro da família real sueca e representante na Europa da Cruz Vermelha Internacional durante a fase final da Segunda Guerra Mundial, foi nomeado pela ONU como mediador para um acordo no conflito palestino.

Abandonando o Navio

O General Sir Alan Cunningham, alto-comissário britânico, fazendo a inspeção da guarda de honra ao deixar sua residência oficial em Jerusalém pela última vez, 14 de maio de 1948. O Mandato Britânico para a Palestina chegou a seu infame desfecho no dia 15 de maio de 1948 (veja 16, 79).

Nahr al-Barid

Um campo regular de refugiados em Nahr al-Barid no norte do Líbano, inverno de 1948.