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historical introductions

INTRODUÇÃO

PALESTINA era o nome usado por Heródoto e outros escritores gregos e latinos quando se referiam à terra costeira da Filistia e também às vezes à região entre a costa e o Vale do Jordão. No começo do Império Romano, o nome Palaestina foi dado à área em torno de Jerusalém. Os bizantinos, por sua vez, nomearam a província a oeste do Rio Jordão, que vai do Monte Carmelo (no norte) até Gaza (no sul), Palestina Prima.

Introdução: Da Ocupação Britânica à Grande Rebeliáo Palestina 1918–1935

O final da Primeira Guerra Mundial trouxe aos palestinos uma amarga decepção e um sentimento generalizado de perigo iminente, tendo em vista a circulação de notícias sobre acordos secretos entre potências ocidentais, e particularmente a Declaração de Balfour.

Introdução: A Grande Rebelião, 1936-1939

No começo de maio de 1936 os palestinos estavam abertamente em revolta. Os Comitês Nacionais, os quais viriam a se tornar a base organizacional dos rebeldes, foram inaugurados em todas as cidades e vilas palestinas em abril.

Introdução: Da Conferência de Londres à Recomendação de Partilha Das Naçōes Unidas

O período entre o final da Grande Rebelião e os eventos de 1948 se desenrolou em duas fases: os anos de guerra (1939–45) e os dois anos seguintes (1945–47). Durante a primeira fase os palestinos estiveram em geral numa posição de aquiescência. Tal passividade se devia em parte à brutalidade e à diligência da repressão britânica à rebelião, e em outra parte às provisões relativamente tranquilizadoras do relatório de 1939 sobre a imigração sionista e a aquisição de terra. Outras causas que contribuíram foram o avanço econômico resultante do aumento de gastos por parte dos britânicos e países Aliados no Oriente Médio, e os pronunciamentos feitos pelo Secretário Britânico do Exterior Anthony Eden em favor da união árabe no pós-guerra – uma causa popular entre palestinos e outros nacionalistas árabes.

Introdução: Guerra Civil e a Destruição da Comunidade Palestina Novembro 1947–Maio 1948

O problema palestino estava próximo de atingir seu auge catastrófico. Em 29 de novembro de 1947 a Assembleia Geral das Nações Unidas aprovou a resolução recomendando a partilha da Palestina em um Estado judeu, um Estado palestino e um regime internacional especial (corpus separatum) para Jerusalém e seus arredores; uma união econômica seria estabelecida entre o Estado judeu e o Estado palestino. Os palestinos e outros árabes ficaram perplexos, enquanto os sionistas e seus simpatizantes ficaram eufóricos. A reação de cada lado desmentia a alegação de que aquela tinha sido uma decisão conjunta, de aceitação mútua.